Terça, 02 de
junho de 2009
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desde 8 de fevereiro de 2006
Destaques
Pensamento do Dia:
"Somos pelo voto facultativo pois numa democracia, o povo não
pode ser obrigado a ir às urnas a cabresto do governo. O político
tem que conquistar o voto e o eleitor ser livre para tomar suas
próprias decisões" Do blog
Voto Zero
Caso você tenha alguma denúncia a fazer sobre corrupção em
Osasco e região,
entre em contato com este blog.
Alfredo Nascimento, Hélio
Costa e Edison Lobão receberam ao todo
R$ 345.800
mesmo tendo assumido cargos no Executivo
Ministros avisam que
não sabiam
que pagamento era ilegal e que vão devolver o dinheiro se
houver decisão do Senado nesse sentido
A tentativa de regularizar o pagamento de auxílio-moradia no
Senado colocou em situação ilegal três ministros: mesmo
depois de terem trocado o Senado pela Esplanada, Alfredo
Nascimento (Transportes), Hélio Costa (Comunicações)(foto)
e Edison Lobão (Minas e Energia) continuaram recebendo o
benefício, o que é proibido.
Até este mês, os três ministros receberam um total de R$
345.800. A direção do Senado mandou suspender os
pagamentos a partir deste mês e estuda pedir o dinheiro de
volta.
Desde 2005 como ministro, Hélio Costa recebeu irregularmente
R$ 178.600 de auxílio-moradia; Alfredo Nascimento, R$
110.200, e Lobão, R$ 57.000. Lobão pediu a
suspensão do pagamento em abril deste ano, segundo sua
assessoria, após ter dúvidas sobre se poderia ou não receber
o benefício.
Os três ministros informaram que não sabiam da
ilegalidade nos pagamentos e avisam que devolverão o
dinheiro se houver uma decisão do Senado neste sentido.
O ato que regulamenta o auxílio-moradia foi revalidado na
semana passada, após a Folha revelar que o mesmo havia sido
revogado em dezembro de 2002. Para evitar que todos os
senadores tivessem que devolver o dinheiro recebido no
período sem regra, o Senado revalidou o ato com efeito
retroativo a 5 de dezembro de 2002.
Na quarta maior concordata da história americana, e a maior
de uma empresa industrial, a General Motors foi estatizada
de fato, com o governo dos EUA assumindo 60% do controle
acionário.
Mas a administração federal, que se descreve como um
"acionista relutante", prometeu ficar longe do dia a dia dos
negócios da montadora, participando apenas de decisões
consideradas "fundamentais".
Em pronunciamento ontem, o presidente dos EUA, Barack Obama,
disse que não haverá a participação de funcionários públicos
no comando da GM e que autoridades federais só deverão
intervir na administração quando isso for "absolutamente
imprescindível". "Seremos acionistas relutantes, pois essa é
a única maneira pela qual a empresa pode obter sucesso."
A concordata da GM, registrada ontem em uma corte de
Manhattan, prevê a divisão da montadora em duas: a "nova GM",
que continuará produzindo as marcas mais rentáveis, aliviada
de grande parte das dívidas; e a "velha GM", que ficará com
os passivos e encarregada de liquidar o restante dos
negócios que não interessarem.
Entre as marcas e modelos a serem mantidos constam Cadillac,
Chevrolet, Buick e camionetes e caminhões GMC. Outras, como
Saturn, Hummer e Pontiac, serão eliminadas.
Como parte desse processo, são esperados o fechamento de até
20 fábricas, o encerramento de 2.400 das 6.000 revendedoras
da companhia no mercado americano e a demissão de mais 21
mil trabalhadores sindicalizados (de um total de 54 mil) e
representados pelo UAW (United Auto Workers).
A GM emprega diretamente 92 mil pessoas nos EUA e também é
responsável pelo pagamento de aposentadorias a 500 mil. Em
seu auge, nos anos 1950, empregava 514 mil.
Como parte de um acordo anterior à concordata, por ter feito
concessões, a UAW terá 17,5% na "nova GM"; o governo do
Canadá, 12,5%; e os credores de US$ 27 bilhões da empresa,
uma participação inicial de 10%, mas que pode ir a 25%.
Além dos quase US$ 20 bilhões já injetados na GM, o Tesouro
americano vai colocar mais US$ 30 bilhões na empresa, e o
governo do Canadá, onde a montadora também opera, mais US$
9,5 bilhões, para mantê-la funcionando.
O deputado Ciro Gomes
(PSB-CE) usou R$ 4,3 mil de sua cota de passagens aéreas da
Câmara, em 2007, para custear a viagem do chefe de cozinha
alemão Bernard Twardy, da mulher dele, Fernanda, e de um
auxiliar do cozinheiro. A informação, publicada pelo site
"Congresso em Foco", foi confirmada nesta egunda pelo
gabinete de Ciro.
O deputado estava nesta segunda-feira nos Estados Unidos e,
segundo a assessoria, limitou-se a confirmar a reportagem e
a afirmar que o uso da cota foi feito em respeito às normas
da Câmara, modificadas no dia 19 de maio, quando foi lançado
plano para conter gastos e criada cota única para auxílios
de deputados.
Os três viajaram, com passagens de ida e volta pagas pela
Câmara, de Fortaleza a Brasília, em junho de 2007. A
assessoria de Ciro Gomes não informou o motivo da viagem. Ao
site "Congresso em Foco", Twardy confirmou que esteve em
Brasília em junho de 2007, para prestar um serviço a Ciro
Gomes, por meio de sua empresa, a Gourmet Ideias e Soluções.
Não detalhou a natureza do serviço.
-Esta é apenas uma das mais de
200 mensagens recebidas pelo blog neste final de semana.
-Foi uma verdadeira enxurrada de e-mails criticando a atitude
do prefeito Emidio de Souza que resolveu fazer sua festa de
aniversário - para estrelas do PT - em bairro chique
de São Paulo
Vejam a seguir algumas das opiniões recebidas:
"É um absurdo. Será que ele está com vergonha da
imundície que está a cidade? Pois se está assim a culpa é
dele mesmo",
M. E. - Osasco
"Estive lá e vi. Fazer uma festa daquelas e dizer que
a cidade está em crise é gozar com a cara dos osasquenses.",
E.P. - Osasco
"Ele deve ter feito a festa fora pois deve estar com
vergonha do lixo espalhado pelas calçadas até da avenida dos
Autonomistas.",
D.U. - Osasco
"Acho que ele fez a festa em São Paulo depois de ver
que ele acabou com a segurança da nossa cidade. Nem guardas
nos Postos de Saúde tem mais. Viram o sequestro da
funcionária? Acho que foi por isso que ele correu para
Pinheiros",
A.E. - Osasco
"Se fosse na minha terra ele não voltava mais para a cidade.
Teria de renunciar. Isso é rir da cara da gente. É chamar
todo mundo de palhaço",
P.A. - Osasco
"Só tinha estrela na festa do homem. Pobres de Osasco, só os
seguranças dele. Que vergonha prefeito! Que vergonha! ",
D.E - Osasco
"Prefeito de Osasco provou que abandonou a cidade ao
fazer
uma festa milionária em São Paulo. Na minha opinião, faltou
inteligência a um político que quer ser governador. Isso é o
que eu chamo de gafe das gafes",
D.E - Osasco
"Onde está a crise que o prefeito tanto fala? Acho que
a crise só chegou para os servidores que estão ganhando uma
miséria e ainda têm de ser capacho.",
J.J.- Osasco
"Quero ver se os vereadores ainda vão ter coragem de
elogiar o prefeito por fazer uma festa milionária fora da
cidade. Só falta aprovarem moção elogiando o homem. Vai ser
o fim da picada",
O.O.- Osasco
"Quem será que pagou todo aquele luxo?",
F.G.- Osasco
"Quem será o infeliz que deu essa idéia para ele?",
P.R.- Osasco
"Não dá para acreditar que a situação do jeito que
está em Osasco, o prefeito tenha coragem de fazer um coisa
desta. Isso é zombar dos funcionários públicos que estão em
estado de greve",
O.P.- Osasco
"Para fazer festa ele aparece. Para falar por que
morrem tantos bebês na maternidade municipal ninguém vê o
homem ", D.I.-
Osasco
"Tomara que ele seja mesmo o candidato do PT a
governador. Ele terá que renunciar ao cargo de prefeito. Ai
quem vai fazer festa é o povo! kkkkkkkkkkkk",
T.U.- Osasco