Quinta, 02 de julho de 2009
3 ANOS No ar
desde 8 de fevereiro de 2006
Destaques
Pensamento do Dia:
"Ninguém aí fora acredita que haverá isenção aqui dentro para julgar
Sarney. Acreditará menos ainda se ele permanecer na presidência do
Senado. Ele deve deixar o cargo de imediato"
De José Agripino Maia
(RN), líder do DEM que fechou questão pela saída de Sarney da
presidência do Senado
Caso você tenha alguma denúncia a fazer sobre corrupção em
Osasco e região,
entre em contato com este blog.
Neste dia de hoje eu estou fazendo tudo certinho! Eu não
fofoquei, não perdi meu temperamento, não fui avarenta, nem
mal humorada, sórdida, indolente ou egoísta.
Eu não lamentei, amaldiçoei ou comi qualquer tipo de
chocolate. Porém, daqui pra frente, precisarei muito de sua
ajuda.
São seis da manhã e eu estou levantando
da cama.
Amém!
O brasileiro trabalhou, em média, 132 dias para pagar
impostos no ano passado. Mas as pessoas com renda até dois
salários mínimos (R$ 930) levaram mais dois meses que os
demais um total de 197 dias para quitar as obrigações
tributárias em 2008, segundo o estudo Receita pública: Quem
paga e como se gasta no Brasil, divulgado terça-feira, em
Brasíla, pelo Instituo de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
O estudo revela a discrepância paga entre as faixas
salariais em relação à carga tributária e dias trabalhados
para pagar impostos no ano passado. Aqueles que ganham mais
de 30 salários mínimos mensais (R$ 13.950) trabalham três
meses a menos um total de 106 dias do que os de renda até
dois salários mínimos para quitar tributos.
A carga tributária bruta para as pessoas que ganham até dois
salários foi estimada em 53,9%, enquanto
que para os que faturam mais de 30 mínimos foi de 29%.
A carga de impostos para quem recebe até dois salários
mínimos é 85,8% maior do que para quem recebe acima de R$
13.950. Ser rico no Brasil é ser beneficiado pelo sistema
tributário disse o presidente do Ipea, Márcio Pochmann.
Segundo o estudo, o sistema tributário brasileiro contraria
o princípio da capacidade contributiva. Ou seja, não se
deveria impor aos cidadãos de menor capacidade econômica
normalmente entendidos como aqueles de menor renda e
patrimônio o mesmo esforço tributário exigido dos cidadãos
de maior capacidade econômica. Nesse sentido, o sistema
tributário deve buscar a progressividade tributar mais os
ricos do que os pobres, conclui a pesquisa do Ipea, que
engloba todos os impostos, inclusive os embutidos no preço
final de mercadorias e serviços, como o Imposto sobre
Produtos Industrializados (IPI) e o Imposto sobre Circulação
de Mercadorias e Serviços (ICMS).
PIB
A carga tributária do país atingiu 36,2% do Produto Interno
Bruto (PIB) em 2008. O Ipea também pesquisou o destino dos
impostos e verificou que a Previdência Social foi o segmento
com maior gasto R$ 189 bilhões no ano passado o que custou
24 dias de trabalho do contribuinte.
Em segundo lugar, vem o montante destinado ao pagamento de
juros da dívida pública. Em 2008, o governo federal gastou
3,8 % do PIB com o pagamento de juros, o equivalente a 20
dias e meio de trabalho do contribuinte.
O Bolsa-Família, que complementa a renda de 11,6 milhões de
famílias, demandou R$ 11,1 bilhões, o que corresponde a 0,4%
do PIB. Para financiar o programa, o governo federal
arrecadou o equivalente a um dia e meio do trabalhador.
Falta de Transparência
O presidente do Ipea também destacou a falta de
transparência dos tributos indiretos, como o ICMS.
A cobrança desses impostos tem que ser clara, assim como o
IPTU. A falta de visibilidade real do tributo facilita o
abuso da cobrança afirmou Pochman.
O pesquisador do Ipea, José Aparecido Ribeiro, estimou a
cobrança desses impostos.
De cada R$ 100 arrecadados pelo governo, R$ 42 vêm de
impostos indiretos, R$ 28 dos diretos e R$ 26 de
contribuições previdenciárias disse.
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Se os que participam deste engodo não fossem tão espoliado
pelos impostos indiretos - àquele que está embutido até nos
preços dos alimentos - lógico que não precisaria da esmola
do bolsa "famíglia".
No Brasil do presidente mais popular da história, pobre paga
muito mais impostos que os ricos.
Enviado porCamilo com informações de
Natalia Pacheco no Jornal do
Brasil
Em manobra política, executivo solicitou sessão
extraordinária na próxima terça (7), para votar projeto que
terceiriza serviços públicos da saúde
Segundo informações obtidas pelo site Terra de OS, o
prefeito Emidio de Souza teria solicitado nesta quarta (1)
ao presidente da Câmara, o vereador Osvaldo Verginio, que
convocasse os vereadores em recesso, para uma sessão
extraordinária a ser realizada na próxima terça-feira (7) às
10h. O motivo? Votar a privatização do Hospital Central
Antonio Giglio.
Ainda não foram divulgados os detalhes do projeto, como por
exemplo, qual será a empresa que administrará o hospital
etc. Mas, ao que tudo indica, será votado às pressas, no
meio das férias dos vereadores, e sem nenhum debate sobre o
assunto.
Momento oportuno
A saúde da cidade vem sofrendo diversas críticas após a
greve ocorrida no mês de maio. Muitos problemas foram
expostos e o Hospital Central foi o principal alvo de
denúncias de descaso. Além disso a Maternidade Amador Aguiar
passou por momentos difíceis, devido a matéria veiculada na
TV Bandeirantes sobre morte de mães e bebês no hospital.
Talvez, diante desses fatos, e tendo em vista sua provável
candidatura ao Governo do Estado, ou a vice em 2010, o
prefeito Emidio tenha resolvido privatizar parte do hospital
para não ter que responder a perguntas indigestas no calor
da campanha no próximo ano.
Partido recadastra filiados para decisão entre Serra e
Aécio, que deve ficar para dezembro
A Executiva Nacional do PSDB aprovou ontem, por unanimidade,
proposta de regulamentação das prévias para escolher seu
candidato à Presidência. A regulamentação evitou fixar data
para a realização das prévias, mas é o primeiro passo para
tentar resolver o impasse entre as pré-candidaturas dos
governadores José Serra (SP) e Aécio Neves (MG).
A expectativa do presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra
(PE), é que Serra e Aécio cheguem a um acordo até setembro,
prazo final para recadastramento dos filiados com direito a
participar da escolha - aqueles com filiação deferida pelo
partido até 30 outubro de 2008.
- Acho que vamos ter um acordo até o fim do ano - aposta
Guerra, que prevê a realização das prévias entre dezembro e
fevereiro.
Só após a conclusão do recadastramento dos filiados é que o
PSDB pretende marcar a data. Para disputar as prévias, os
candidatos postulantes terão de receber o apoio de pelo
menos dez parlamentares do partido.
A apuração dos votos será feita isoladamente por cada
estado, e levará em conta a proporção do eleitorado estadual
em relação ao eleitorado nacional. As prévias poderão
ocorrer em uma ou mais etapas, conforme definição do
Diretório Nacional.
No Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ontem, o plenário
aprovou o calendário eleitoral das eleições gerais de 2010.
O primeiro turno será em 3 de outubro e o segundo, em 31 de
outubro. A campanha oficial terá início em 6 de julho de
2010. Em 17 de agosto, a 47 dias da eleição, começa a
propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão, que
termina em 30 de setembro, três dias antes do primeiro
turno.
-O texto prevê a redução da jornada sem redução do salário
-Também foi aprovado aumento de 50% para 75% do adicional
sobre o valor da hora extra
-A expectativa do parlamentar é que a votação em plenário
ocorra no mês de agosto.
O deputado do PDT e presidente da Força Sindical, Paulo
Pereira da Silva - na foto ao lado deste blogueiro - ,
comemorou a aprovação
A Comissão Especial da Câmara dos Deputados, criada para
analisar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da
redução de jornada de trabalho, aprovou nesta terça-feira a
redução da jornada de 44 horas para 40 horas semanais, sem
diminuição de salário e o aumento de 50% para 75% do
adicional sobre o valor da hora extra.
O relatório apresentado pelo deputado Vicentinho (PT-SP) foi
aprovado por unanimidade e seguirá agora para votação no
plenário da Câmara, onde o projeto já tramita há 14 anos. Se
aprovado, seguirá depois para tramitação no Senado, o que
inclui aprovação nas comissões e também no plenário da casa.
Todas as centrais sindicais em atividade no Brasil mandaram
representantes à Câmara para acompanhar a votação.
O deputado do PDT e presidente da Força Sindical, Paulo
Pereira da Silva (SP) , o Paulinho da Força, comemorou a
aprovação e afirmou que começará a trabalhar nesta semana
para colher assinaturas dos líderes partidários a fim de
conseguir urgência na aprovação e tramitação da proposta.
A expectativa do parlamentar é que a votação ocorra no mês
de agosto. Segundo os sindicalistas, a mudança vai aumentar
o emprego no país, justificativa que é contestada por
especialistas e representantes do setor produtivo.
- Pelos cálculos do Dieese, a medida poderá gerar dois
milhões de empregos porque vai inibir as horas extras -
afirmou Paulinho, acrescentando que o governo também apoia a
medida.
Nesta terça-feira (30/06), em reunião com sindicalistas de
diversas categorias que realizaram manifesto no último dia
25 diante do Shopping, representantes do empreendimento
garantiram que até dia 8 de julho próximo, tudo estará
regulamentado.
Nesta data, uma
comissão de representantes dos trabalhadores irá fazer uma
visita de inspeção e ouvir funcionários que trabalham no
local.
Se as exigências não foram compridas, os sindicados irão
insistir na interdição do Shopping.
Veja a seguir reportagem exclusiva do blog sobre
manifestação realizada no dia 25.06:
Sindicatos fazem manifesto
diante do Shopping União
-Sindicalistas alegam que o shopping foi inaugurado às
pressas e está oferecendo risco de morte aos trabalhadores e
usuários
-A maioria dos oradores criticaram, principalmente, a
prefeitura, que teria permitido a inauguração de uma "obra
inacabada"
Nesta quinta-feira, por volta das 11 horas da manhã, debaixo
de chuva, dezenas de sindicalistas realizaram manifesto
diante da portaria principal do Shopping União, inaugurado
no último dia 9, ainda inacabado.
Os representantes dos sindicatos que falaram durante o
ato culparam os proprietários do shopping e a prefeitura,
que para eles não deveria ter aprovado o funcionamento do
empreendimento que é considerado o maior shopping da América
Latina.
Em um panfleto que foi distribuído aos frequentadores com o
título "SHOPPING SIM, PERIGO NÃO!" diversos problemas foram
enumerados como: andaimes na área de circulação, fiação
desprotegida, falta de corrimãos nas escadas, pisos sem
tratamento anti-derrapante, poeira de cimento no interior do
shopping e outros.
Para os sindicalistas o shopping tem de ser interditado para
ser terminado pois do jeito que está oferece risco
de morte aos funcionários e frequentadores.
Segundo o presidente de honra do Conseg, Osvaldo Gregório,
que também fez uso da palavra, a Polícia Militar e Civil não
foram oficializadas da inauguração do shopping e isso teria
gerado grande problema no entorno. "Segundo a 3a Cia., o
índice de assaltos e roubos na área em frente ao shopping
aumentou em 40%", disse.
Após o término das falas que durou cerca de uma hora, os
sindicalistas afirmaram que irão realizar na próxima
terça-feira uma reunião para avaliar o movimento que pede a
interdição do shopping até o seu término total.
Participaram do ato representantes do Sindicato dos
Trabalhadores em Limpeza Ambiental, Sindicato dos
Comerciários de Osasco, Sindicato dos Trabalhadores de Bares
e Similares, Sindicato dos Vigilantes de Osasco, Sindicato
dos Trabalhadores em Concessionárias, Sindicato dos
Trabalhadores na Construção Civil e representantes do Conseg
do centro de Osasco.
Veja
mais imagens:
Caixa de fiação está descoberta durante chuva
Obras na entrada do shopping ainda inacabadas
Manifestantes distribuíram panfleto que alerta sobre as
condições do shopping
Fiação desprotegida oferecendo risco de incêndio
Entrada principal do shopping assusta os frequentadores