No meio de uma região de canibais, lá nos confins dos fins
da África, um homem chega em um restaurante no meio da selva
e olha para uma grande placa que exibia o cardápio.
Missionário frito: 7 reais.
Guia de safári al pasto: 5 reais
Político recheado ao forno: 35 reais
Intrigado com a diferença de preços, o cara pergunta ao dono
do lugar por que político era um prato tão caro:
O dono do restaurante deu uma risadinha e disse:
— Poxa, além de demorar um tempão cozinhando - respondeu o
dono do restaurante - o senhor já tentou limpar um deles?
O senador José Sarney lutou muito, mas não conseguiu vencer
os fatos. Ao decidir disputar a presidência do Senado, em
fevereiro passado, acreditava que o cargo era uma garantia
de imunidade para ele e a família - aquela altura já
investigada pela Polícia Federal por suspeita de uma
multiplicidade de crimes.
A visibilidade, porém, teve efeito contrário e acabou
colocando o mais longevo dos políticos brasileiros no centro
de uma devastadora crise de no Congresso. José Sarney, o
último dos coronéis, rendeu-se diante de tantos escândalos.
Na semana passada, o senador disse ao presidente Lula que
está cansado e que decidiu deixar o cargo.
"Não aguento mais. Vou negociar uma saída", afirmou, de
acordo com um interlocutor privilegiado do presidente Lula.
A conversa aconteceu na segunda-feira, pelo telefone, quando
o presidente ligou para saber notícias sobre o estado de
saúde de Marly Sarney, esposa do presidente do Senado, que
se recupera de uma cirurgia em São Paulo. Sarney, de acordo
com o relato feito pelo presidente Lula, estava abatido,
disse que não conseguia dormir havia dias e se culpava pelo
estado de saúde da mulher, que sofreu um acidente doméstico,
fraturando o braço e o ombro.
Nos às vezes tortuosos códigos da política, desabafos como o
do senador Sarney podem ser interpretados como um simples
blefe, uma ameaça velada ou até chantagem de alguém em busca
de proteção. Não é o caso. Desde o início da crise, Lula se
empenhou pessoalmente na defesa do presidente do Congresso,
sem qualquer pudor, a ponto de gerar constrangimentos ao seu
partido, quando desautorizou publicamente o líder do PT,
senador Aloizio Mercadante, que havia pedido o afastamento
do presidente do Congresso. Depois da conversa telefônica
com José Sarney, porém, Lula mudou completamente o tom.
Antes disposto a sacrificar um pouco da própria popularidade
em troca de um punhado de votos no Congresso e de uma
provável aliança com o PMDB na campanha eleitoral de 2010, o
presidente vislumbrou a hora de mudar o discurso. Sarney?
"Não é um problema meu. Não votei para eleger o presidente
Sarney a presidente do Senado, nem para senador. Votei nos
senadores de São Paulo.
Quem tem que decidir se ele fica presidente é o Senado",
disse o presidente em entrevista. Lula recolheu a bóia.
Jamais, portanto, poderá ser acusado de ter associado sua
credibilidade à tentativa de manter no cargo um presidente
do Congresso envolvido em nepotismo, desvios dinheiros,
contas no exterior... E, daqui a alguns dias, Lula pode,
quem sabe, invocar até uma conveniente crise de amnésia:
Sarney? Que Sarney?...
O presidente, o PMDB e seus aliados já começaram a discutir
o futuro do Senado pós-Sarney, mas muito distante daquele
que deveria ser o ponto de partida. Lula, por exemplo, está
preocupado com questões mais práticas, como a sucessão.
Trabalha para que Sarney renuncie, o que obrigaria o Senado
a convocar novas eleições em cinco dias, evitando que a Casa
ficasse sob o comando do vice-presidente Marconi Perillo, do
PSDB. O PMDB, republicano como sempre, quer continuar com a
presidência, mas tem dificuldades em encontrar um candidato
que seja da absoluta confiança do partido e que tenha a
ficha limpa - missão aparentemente impossível.
A desfecho da crise envolvendo Sarney representa um golpe
contra as tradicionais oligarquias políticas brasileiras,
mas não o definitivo - aliás, longe disso. Antônio Carlos
Magalhães, Renan Calheiros, Jader Barbalho e Sarney
produziram herdeiros, biológicos ou não, que mantêm vivas as
seculares práticas coronelistas.
O tamanho e a importância que tem o PMDB no cenário nacional
é o maior exemplo disso. Como um câncer em processo de
metástase, o partido é o abrigo seguro desse jeito peculiar
de fazer política, destes grupos que continuam espalhados
pela máquina do estado empenhados exclusivamente em girar a
roda do fisiologismo e da corrupção.
Se a renúncia de Sarney se confirmar, alguém é capaz de
imaginar que os indicados do senador no setor elétrico serão
demitidos? Não, não serão. Eles continuarão lá, fazendo tudo
que sempre fizeram, igualzinho ao que manda a cartilha
atrasada pela qual rezam a maioria dos políticos
brasileiros, independente a qual agremiação pertençam.
Afinal, esta é, e vai ainda continuar sendo por muito tempo,
a mais eficiente e segura forma de fazer política: trocando
votos por cargos, permutando verbas por apoio, empregando
parentes e amigos - tudo com o nosso dinheiro.
Comissão indica que
empresas sem registro eram as protagonistas do esquema
Conforme a investigação, os donos adquiriam passagens de
deputados e revendiam para outras agências que de fato
atuavam no mercado
Agências de turismo sem registro, falidas e com donos e
endereços ocultos estão entre as protagonistas do esquema de
comercialização de passagens aéreas de deputados, segundo
investigação da Câmara.
A suspeita é que sejam empresas de fachada, que tinham como
principal função dar cobertura formal para pessoas que
atuavam como intermediárias do esquema.
Segundo o Ministério do Turismo, as agências brasilienses
Morena Turismo, Special Tour e Terra Viagens não têm
cadastro junto ao governo, uma exigência da lei para poderem
atuar no mercado.
A investigação da Câmara indica que os donos dessas empresas
adquiriam passagens aéreas das cotas de deputados, com a
ajuda de servidores de gabinetes, e as revendiam para
agências que realmente atuavam no mercado.
Cobravam comissão de até 10% para isso. Consumidores, sem
suspeitar de nada, adquiriam passagens originadas de cotas
de deputados.
A Morena pertence ao empresário Pedro Damião Pinto Rabelo,
que comprava passagens de uma ex-servidora do gabinete do
deputado Nazareno Fonteles (PT-PI). A Folha não conseguiu
localizar Rabelo nem a sede de sua agência.
Já a Special Tour tem como representante Marco Aurelio Cunha
Vilanova, que até o estouro do escândalo era servidor
fantasma do gabinete do deputado federal Márcio Junqueira
(DEM-RR).
A Special Tour funcionava até o ano passado no térreo de um
hotel em Brasília, onde agora opera outra agência. No local,
ninguém sabe do paradeiro de Vilanova.
Foi ele o responsável por intermediar uma operação com outra
agência que resultou numa passagem para o ministro do
Supremo Tribunal Federal (STF) Eros Grau emitida na cota
parlamentar do deputado federal Fernando de Fabinho
(DEM-BA).
O Senado gastou sem licitação quase R$ 1 milhão em compras
com cheques e dinheiro vivo nos últimos três anos. Os
recursos têm como origem o sistema de suprimentos de fundos
que no Executivo foi substituído pelos cartões corporativos.
A Folha teve acesso à lista dos servidores que movimentaram
o dinheiro, que inclui até comissionados, e a um relatório
que aponta despesas irregulares. A soma dos gastos com
suprimentos de fundos dos anos 2007, 2008 e até a metade de
2009 é de R$ 972.602,45.
Os dados são do Siga Brasil (sistema de acompanhamento dos
gastos de orçamento do Senado), onde são listados os 36
servidores que foram autorizados a movimentar o dinheiro.
Dos 36 funcionários, 23 aparecem no sistema ligados à
Direção Geral do Senado. Nos últimos 14 anos, o órgão esteve
sob o comando de Agaciel da Silva Maia, que deixou o cargo
após a revelação de que escondeu da Justiça uma mansão
avaliada em R$ 5 milhões.
Elias Lyra Brandão é um dos 23 servidores vinculados à
Direção Geral que ganharam o direito de usar os suprimentos
de fundos. Coordenador de Administração das Residências
Oficiais, ele ficou conhecido como "o diretor de garagem",
já que sua sala fica no subsolo do prédio que abriga
apartamentos funcionais dos senadores.
Brandão é o campeão em compras sem licitação. Em 2007, ele
gastou sozinho R$ 174.253,08; em 2008, foram R$ 63.715,22.
Em 2009, ano em que eclodiu a crise, Brandão não fez nenhum
gasto até agora. Os gastos gerais também caíram depois que
Agaciel deixou a Direção Geral. Até hoje só foram usados R$
64.943,78.
1 - Fingir
naturalidade durante um exame ginecológico. 2 - Usar o poder de uma
calça jeans para rediagramar a estrutura do corpo. 3 - Ter crise conjugal,
crise existencial, crise de identidade e crisede nervos! 4 - Ser mãe solteira, mãe
casada, mãe separada, mãe do marido. 5 - Lavar a calcinha no
chuveiro. E depois pendurá-la na torneira,para horror do sexo
masculino. 6 - Rasgar a meia na entrada
da festa. 7 - Sentir-se pronta para
conquistar o mundo, quando está usando um batom novo! 8 - Chorar no banheiro, e
ficar se olhando no espelho para ver qualmelhor ângulo. 9 - Achar que o seu
relacionamento acabou, e depois descobrir que era tudo tensão pré-menstrual.
(Essa é perfeita!!!!) 10 - Nunca saber se é para
dividir a conta, ou se é para ficar meiguinha. 11 - Dizer não, para ele
insistir bastante, e aí ter que dizer sim!
COISAS QUE SÓ AS
MULHERES ENTENDEM:
2 - Por que é bom
ter cinco pares de sapatos pretos. 3 - A diferença entre creme,
marfim, e bege claro. 4 - Achar o homem ideal é
difícil, mas achar um bom cabeleireiro épraticamente impossível.
O TÓPICO NÚMERO UM QUE
SÓ AS MULHERES ENTENDEM: 1 - As outras
mulheres!
ORAÇÃO DAS MULHERES:
'Querido
Deus, Até agora o meu
dia foi bom: não fiz fofoca, não perdi a
paciência, não fui
gananciosa, sarcástica, rabugenta, chata e nem
irônica. Controlei minha
TPM, não reclamei, não praguejei, não gritei, nem tive ataques
de ciúmes. Não comi
chocolate. Também não fiz
débitos em meu cartão de crédito (nem do meu marido)
e nem dei cheques
pré-datados. Mas peço a sua
proteção, Senhor, pois estou para levantar da cama
a qualquer momento...
Amém!
PS:Envie esta mensagem para todas as mulheres, com as
quais você estáfeliz por tê-las
como amigas e aos homens paracompreendê-las aindamais!!! Afinal,
que mulher nunca comeu uma caixa de Bis por
ansiedade,
uma folha de alface por vaidade, um
cafajeste por saudade?