Sábado, 04 de julho de 2009
3 ANOS No ar
desde 8 de fevereiro de 2006
Destaques
Pensamento do Dia:
"Lula se vangloria de ser o maior protetor que os pobres já
tiveram. Se ele realmente se preocupasse com os pobres, ele faria
alguma coisa para reduzir a carga tributária que massacra o cidadão.
"
Camilo
Caso você tenha alguma denúncia a fazer sobre corrupção em
Osasco e região,
entre em contato com este blog.
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso chamou ontem de
levianas as declarações do presidente Luiz Inácio Lula da
Silva, de que o PSDB quer "ganhar o Senado no tapetão" ao
defender o afastamento de José Sarney da presidência do
Senado -o vice-presidente é o tucano Marconi Perillo (GO).
"O presidente Lula, às vezes, abusa das palavras. Sabe que,
se o presidente do Senado eventualmente renunciar, haverá
uma nova eleição (...) Lamento que o presidente diga coisas
tão levianas", disse o ex-presidente durante homenagem a
Ruth Cardoso, morta há um ano.
FHC se recusou a comentar a hipótese de renúncia de Sarney,
limitando-se a lamentar a "desagregação" da Casa. E reiterou
que "Lula, especialmente quando está fora do Brasil, não
presta atenção às palavras". Convidado para o encerramento
do encontro, o governador José Serra foi sutilmente irônico:
"O PSDB apoiou o candidato do PT na eleição na qual Sarney
foi eleito.
Não estou enganado. Pelo que me lembre, o PSDB apoiou o
candidato do PT. Não vejo essa gula". Em Belo Horizonte, o
presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, disse que o
partido pediu o afastamento de Sarney porque o Senado
precisa ser reformado, mas ele "não tem demonstrado energia
suficiente para enfrentar o problema".
"Não é uma questão de moral. Eu não estou dizendo que José
Sarney não tem moral. A questão é que o presidente Sarney,
neste momento, não está governando o Senado como gostaríamos
que ele governasse, e isso cria uma situação que de fato tem
que ser resolvida."
Prefeito de Barueri também colocou ponto final nos boatos
sobre sua possível candidatura
Alckmin segue isolado nas pesquisas
O prefeito de Barueri Rubens Furlan (PMDB) declarou, ontem,
durante visita à Fatec que pretende apoiar o nome do
ex-governador e secretário estadual de Desenvolvimento,
Geraldo Alckmin (PSDB) para o cargo de governador. “Digo
isso com antecedência para ninguém me procurar buscando
apoio”, avisou.
Questionado sobre a possibilidade de compor alguma chapa
para as próximas eleições, ao lado de Alckmin, Furlan
garantiu que não pretende disputar a cargo algum nas
eleições de 2010.
“Eu não tenho pretensão eleitoral para o próximo ano. Quero
terminar meu mandato de quatro anos como prefeito. Fico
imaginando como a cidade vai estar daqui a quatro anos”,
enfatizou.
Alckmin, por sua vez, evitou comentários. “Sempre brinco que
existem dois tipos de pessoas que são extremamente ansiosas
- os políticos e os jornalistas. A eleição é somente em ano
par e nós estamos em ano impar. Vamos deixar essa discussão
para depois”, brincou.
Pesquisas
Também durante a entrevista, Alckmin falou sobre a pesquisa
do Ibope divulgada, anteontem, no jornal Folha de São Paulo,
na qual é apontado como favorito para governar o Estado.
“Vejo como uma grande homenagem aos governos de Mário Covas,
ao de Serra, e também ao meu. Isso mostra que a população
gosta e tem confiança no nosso trabalho”, finalizou.
Segundo a pesquisa, Alckmin possui entre 42% e 51% das
intenções de votos. Em segundo lugar aparece o deputado
federal Paulo Maluf (PP), com percentual entre 12% e 20%. Na
pesquisa, o principal adversário interno de Alckmin, o chefe
da Casa Civil do Estado, Aloysio Nunes Ferreira, oscila
entre 3% e 4%. Já o deputado federal Ciro Gomes (PSB), que
foi apontado como possível candidato da base do presidente
Luiz Inácio Lula da Silva, tem entre 9% e 12%.
No momento mais tenso do jantar de quinta-feira à noite com
a bancada do PT do Senado, quando o presidente Lula, a
ministra Dilma Rousseff e o chefe de gabinete do presidente,
Gilberto Carvalho, tentaram enquadrar totalmente a bancada
do PT, o líder Aloizio Mercadante pôs seu cargo na mesa,
segundo relato de outros senadores.
Mercadante insistiu em defender a licença temporária do
presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), como uma
proposta da maioria da bancada, e Lula reagiu:
- Isso não dá, se ele sair, ele não volta - disse o
presidente, citando outros casos semelhantes e apelando para
a crise de governabilidade que a saída de Sarney poderá
gerar, com reflexos não só na política como na economia.
Segundo relato de senadores, Mercadante respondeu:
- Não podemos perder o foco da crise do Senado e temos que
ter responsabilidade com a governabilidade, mas precisamos
respeitar a posição da bancada, não dá para enquadrar.
Diante do impasse, Lula e senadores concordaram que voltam a
tratar do assunto na próxima semana. Mas a estratégia que
parece mais clara a partir de agora é tentar "empurrar com a
barriga" os problemas, para todos ganharem tempo, na
esperança de que o clima político fique mais ameno.
Em manobra política, executivo solicitou sessão
extraordinária na próxima terça (7), para votar projeto que
terceiriza serviços públicos da saúde
Segundo informações obtidas pelo site Terra de OS, o
prefeito Emidio de Souza teria solicitado nesta quarta (1)
ao presidente da Câmara, o vereador Osvaldo Verginio, que
convocasse os vereadores em recesso, para uma sessão
extraordinária a ser realizada na próxima terça-feira (7) às
10h. O motivo? Votar a privatização do Hospital Central
Antonio Giglio.
Ainda não foram divulgados os detalhes do projeto, como por
exemplo, qual será a empresa que administrará o hospital
etc. Mas, ao que tudo indica, será votado às pressas, no
meio das férias dos vereadores, e sem nenhum debate sobre o
assunto.
Momento oportuno
A saúde da cidade vem sofrendo diversas críticas após a
greve ocorrida no mês de maio. Muitos problemas foram
expostos e o Hospital Central foi o principal alvo de
denúncias de descaso. Além disso a Maternidade Amador Aguiar
passou por momentos difíceis, devido a matéria veiculada na
TV Bandeirantes sobre morte de mães e bebês no hospital.
Talvez, diante desses fatos, e tendo em vista sua provável
candidatura ao Governo do Estado, ou a vice em 2010, o
prefeito Emidio tenha resolvido privatizar parte do hospital
para não ter que responder a perguntas indigestas no calor
da campanha no próximo ano.
Manoel e Joaquim dividiram todos os bens de seu falecido
pai. Quando só restavam dois cavalos para dividir, surgiu
uma dúvida entre os irmãos.
- E agora, Joaquim? Ora pois, como vamos fazeire para saber
qual é o seu e qual é o meu cavalo?
Muito esperto, Joaquim responde:
- Ora, vamos fazeire o seguinte: cortamos as orelhas do meu
cavalo e tu ficas com o cavalo que tem orelhas, oh pá.
A questão estava resolvida aí. Porém, durante a noite, veio
um malandro e cortou a orelha do outro cavalo.
Ao ver os cavalos, os irmãos se deseperaram:
- Oh, Joaquim! E agora como vamos saber qual o teu e qual o
meu cavalo?
- Fique calmo, Manoel! Damos um jeito. Corte o rabo do meu
cavalo...
Então, durante a noite novamente o malandro corta o rabo do
cavalo de Manoel.
Depois de muitos dias os cavalos já não tinham mais nada o
que cortar.
Até que o tratador dos animais, sabendo do impasse sugeriu:
- Patrões, o que você acham de um de vocês ficar com o
cavalo preto e outro com o branco?