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"Se você se sente só é porque construiu muros em vez de pontes"

De autor desconhecido
 



Caso você tenha alguma denúncia a fazer sobre corrupção em Osasco e região,
entre em contato com este blog.

Piada do Dia

05.08.2009 @  09:09, Indique este blog,   Comente


 O bêbado entra em casa cambaleando, erra a porta e vai direto pro banheiro. Sua mulher acorda com o barulho, joga o bebum debaixo do chuveiro e começa a xinga-lo de tudo quanto é nome.

Ensopado, ele diz:

— Tudo bem, tudo bem... (hic)

Eu sou tudo isso que você tá falando mas, pelo amor de Deus,
me deixa entrar que tá chovendo pra burro aqui fora!





Enviado por
Mariana  - Osasco


Câmera da Verdade

05.08.2009 @ 09:09, Indique este blog,   Comente

 

Tudo dominado...

05.08.2009 @ 09:09, Indique este blog,   Comente


O procurador que encontrava

um culpado por semana finge

que não vê bandidos há

seis anos e meio


Procurador Luiz Francisco


Até janeiro de 2003, o procurador Luiz Francisco Fernandes de Souza (foto) encontrava um pecador por semana. Desde o dia da posse do companheiro Lula, não enxergou mais nenhum. Aos 47 anos, há seis e meio ele anda sumido do noticiário político-policial que frequentou com assiduidade e entusiasmo enquanto Fernando Henrique Cardoso foi presidente. Continua solteiro, mora na casa dos pais, pilota o mesmo fusca-85, enfia-se em ternos amarfanhados que imploram por tinturarias e não usa gravata. A fachada é a mesma. O que mudou foi a produtividade.

Se o que aconteceu nos últimos meses tivesse ocorrido na Era FHC, Luiz Francisco estaria encarnando em tempo integral, feliz como pinto no lixo, a figura do mocinho disposto a encarar o mais temível dos vilões.

O Luiz Francisco moderno quer distância de barulhos. Enquanto cardeais da igreja principal e sacerdotes do baixo clero multiplicavam em ritmo de Fórmula 1 o acervo nacional de crimes, delitos, contravenções e bandalheiras em geral, ele atravessou o primeiro semestre em sossego. Enquanto senadores pediam empregos, ele encaminhava pedidos de licença remunerada. Todos foram atendidos.

Nascido em Brasília, ex-seminarista da Ordem dos Jesuítas, ex-bancário, ex-sindicalista, Luiz Francisco cancelou a filiação ao PT em 1995, 20 dias antes de tornar-se procurador. ”A militância é incompatível com o cargo”, explicou.

A prática trucidou a teoria: nunca militou com tamanha aplicação. Convencido de que sobrava bandido e faltava xerife, não respeitava fins de semana, feriados ou dias santos. “Trabalhar é minha grande diversão”, repetia entre uma e outra denúncia.

Luiz Francisco garante que ganha pouco mais de R$ 7 mil por mês. Até que desistisse da candidatura a operário-padrão, mereceu os R$ 19 mil prometidos como salário inicial a um procurador do Distrito Federal. Nenhum outro conseguiria acusar tanta gente durante o dia e, à noite, escrever dúzias de parágrafos do livro que exigira 24 anos de pesquisas.

Publicado em 2003 pela Editora Casa Amarela, “Socialismo, Uma Utopia Cristã” pretende provar, segundo o autor, que “até a metade do século XIX o socialismo exibia uma clara inspiração religiosa, especialmente cristã”. Tem 1152 páginas.

Deveria ter sido menos prolixo. Intrigados com o mistério da multiplicação das horas do dia, outros procuradores e todos os inimigos examinaram com mais atenção a papelada que jorrava da sala de Luiz Francisco.

Aquilo não fora obra de um homem só, informaram as mudanças de estilo, a fusão de trechos corretamente redigidos com atentados brutais ao idioma, o convívio promíscuo entre substantivos em maiúsculas e adjetivos em minúsculas. E então se descobriu que o inquisidor incansável frequentemente assinava ações, denúncias e representações que já lhe chegavam prontas, enviadas por interessados na condenação de alguém.

Decidido a atirar em tudo que se movesse fora do PT, acabou baleando com denúncias fantasiosas vários inocentes. Nenhum foi tão obsessivamente alvejado quanto Eduardo Jorge Caldas Pereira, secretário-geral da Presidência da República no governo Fernando Henrique. Há menos de dois meses, o Conselho Nacional do Ministério Público reconheceu formalmente que Eduardo Jorge, enfim absolvido das denúncias improcedentes, foi perseguido por motivos políticos e condenou o perseguidor a 45 dias de suspensão.

Luiz Francisco alega que o caso está prescrito. Se tivesse obedecido à Justiça, bastaria provar que pelo uma das numerosas acusações a Eduardo Jorge fazia sentido. Como obedeceu aos mandamentos da seita petista, prefere usar o calendário para encerrar a história que o devolveu ao noticiário no papel de culpado —pela segunda vez desde o começo da superlativa temporada de férias. A primeira está completando três anos.

Em 2006, o procurador que se dispensou de procurar criminosos foi procurado pelo colombiano Francisco Colazzos, o “Padre Medina”, procurado pela Justiça do país onde nasceu. O foragido apresentou ao homem da lei as credenciais de embaixador das FARC e pediu ajuda para escapar da cadeia. Celebrada a aliança entre o ex-sacerdote acusado de homicídio e o ex-seminarista que nunca viu um pecador caseiro, renasceu o ativista temerário. Luiz Francisco ensinou o parceiro a safar-se de investigações policiais. Os truques só conseguiram retardar a prisão.

O protegido esperava na gaiola o julgamento do pedido de extradição encaminhado pela Colômbia ao Supremo Tribunal Federal do pedido de extradição quando o protetor foi à luta. Embora não tivesse nada a ver com o caso, entrou com uma ação judicial para que Colazzos fosse devolvido à Polícia Federal. A solicitação foi encampada sucessivamente pelo Ministério Público, pela Polícia Civil e pelo juiz da Vara de Execuções Criminais, Nelson Ferreira Junior, antes de esbarrar no ministro Gilmar Mendes.

Admoestado pelo presidente do STF, publicamente e com aspereza, Luiz Francisco só escapou de castigos mais severos porque o Planalto nunca falta a companheiros aflitos. Dois meses depois da tentativa de obstrução da Justiça, o governo promoveu Colazzos a guerrilheiro, concedeu-lhe asilo político e, de brinde, arrumou emprego para a mulher. Sem alternativa, o STF devolveu-o a liberdade.

O que mais andou fazendo Luiz Francisco para matar o tempo?, quis saber a coluna nesta sexta-feira. Uma funcionária da Procuradoria informou que não seria possível encontrá-lo. Em lugar incerto e não sabido, está gozando de mais um período de descanso remunerado.



Enviado por Camilo com informações da Veja
 

 

Bomba na campanha de Dilma...

05.08.2009 @  09:09, Indique este blog,   Comente


Marina Silva pode deixar PT

e disputar Presidência


-Veja o que diz a ex-ministra sobre o convite do PV

-Partido diz que tem pesquisa em que ela aparece com mais de 12%




Como recebeu o convite do Partido Verde?


A Executiva veio a Brasília, fez o convite dentro da atualização programática, à luz do desafio do desenvolvimento sustentável. Obviamente ouvi mais do que falei. Ninguém tinha a expectativa de que eu pudesse dar uma resposta de imediato. Tenho 30 anos no PT, minha filha mais velha tem 28 anos; antes de ser mãe eu já era do PT. Falei que iria pensar, conversar com pessoas, a começar pelos meus companheiros do Acre, e é o que estou fazendo. Estou avaliando à luz dos desafios que são os mais importantes para o Brasil, dentro da perspectiva do que sempre acreditei e defendi na minha vida.

O convite balançou a senhora?


Não é questão de balançar ou não. Aos 51 anos, você tem que pensar naquilo que é a contribuição que pode estar deixando. É isso que me mobiliza. Não sou política profissional, não faço cálculos. No Senado é a forma que tenho de continuar com as causas em que acredito.

Não teria espaço para isso dentro do PT?

A questão de desenvolvimento sustentável é um desafio enfrentado por todos os países e economias. Lamentavelmente, ao longo desses anos todos, os partidos políticos não levaram isso como algo estratégico. Não é algo que não está em apenas um partido, não está em nenhum. Não se trata de crítica (ao PT). No Brasil já avançamos no marco regulatório, temos que colocar em prática.

A defesa do presidente Sarney pelo governo Lula pode influenciar sua decisão?

Não. Estou fazendo uma reflexão do que penso para o mundo e para o país. Envolve algo de natureza maior, ainda que as questões ligadas à conjuntura e que se traduzem na crise do Senado têm levado a questionamentos. Nesse caso, a bancada tem uma posição e as disputas feitas são legítimas. A bancada tem sido muito acolhedora comigo, tanto no caso da MP 458 (regularização fundiária) e agora em relação ao afastamento do presidente Sarney.

O PV diz ter pesquisa em que a senhora aparece com 12% das intenções de voto para presidente da República. Isso pesa na decisão? Será candidata?

Não estou condicionando minha reflexão a questões de pesquisa, em absoluto. É uma reflexão com uma visão de país, de mundo.

Com quem a senhora conversou depois do convite?


Liguei para o (Aloizio) Mercadante, para comunicar o convite. Ficamos de conversar. Falei com o (Eduardo) Suplicy, com o Binho (Marques, governador do Acre), com o Jorge Viana. Tenho nos companheiros uma trajetória de vida.


Os apoiadores não perderam tempo. Já tem até site para
a proposta.

Veja o
site Marina Silva presidente.



Enviado por Camilo com informações de O Globo

 

 

Cenas do Senado em crise...

05.08.2009 @  09:09, Indique este blog,   Comente


1- Fora, Sarney!




Um grupo de manifestantes usando máscaras ocupou as galerias do plenário do Senado nesta terça-feira para pedir a renúncia do presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP).

A sessão chegou a ser suspensa por cinco minutos até que a situação foi controlada.


2- Simon exige que Collor se explique




Fernando Collor ameaçou na segunda 'relembrar fatos' contra Simon. Senador gaúcho disse que ficou assustado com olhar de Collor.


O senador Pedro Simon (PMDB-RS) disse nesta terça-feira (4) que entrou com uma solicitação na coordenadora da Mesa Diretora do Senado para que o senador Fernando Collor (PTB-AL) explique o que quis dizer quando ameaçou, na segunda-feira (3), "relembrar alguns fatos incômodos" envolvendo o senador gaucho.

"Eu quero saber o que ele quis dizer com isso. Ele deve explicações", disse Simon por telefone, ao G1. Os dois senadores bateram boca em plenário na segunda-feira (3) depois que Simon defendeu o afastamento de José Sarney (PSDB-AP) da presidência do Senado.

Ao discutir com Renan Calheiros (AL), líder do PMDB na Casa, Simon lembrou que o senador abandonou Collor quando lhe foi conveniente. Collor, então, pediu a palavra e rebateu as acusações.



Enviado por Camilo com informações do G1

 

Curiosidade...

05.08.2009 @  09:09, Indique este blog,   Comente


Obama sofre 30 ameaças de

morte por dia



Número de ameaças a Obama é 400% maior que a George W. Bush


Presidente dos EUA, Barack Obama, durante
                entrevista na Casa Branca. (Foto: Jim Young/Reuters)

Desde que Barack Obama assumiu a Presidência dos Estados Unidos, em janeiro, o número de ameaças de morte contra o presidente norte-americano cresceu 400% das cerca de 3 mil por ano registrados durante o mandato de George W. Bush.

As informações são de Ronald Kessler, autor de “In the President’s Secret Service” (No Serviço Secreto do Presidente, em tradução livre), ao site do “Daily Telegraph”.

Algumas das ameaças à Obama, cujo codinome no Serviço Secreto é Renegade, segundo o autor, foram publicizadas, como o plano descoberto de um grupo de supremacistas brancos do estado do Tennesse no final do ano passado, que incluía matar 88 pessoas negras, decapitar outras 14 e assassinar o primeiro presidente negro da história dos Estados Unidos.

A maioria das ameaças, segundo o autor disse ao site, é mantida em sigilo pelo Serviço Secreto, por temer que a revelação dos detalhes possa estimular um número ainda maior de tentativas de assassinatos. Embora a maioria das ameaças não seja verdade, cada uma tem que ser meticulosamente investigada, segundo Kessler.

Apesar de toda a segurança, o escritor descreve ao “Telegraph” como mais de 100 convidados VIPs e grandes doadores da campanha passaram por detectors de metal e depois caminharam por espaços públicos até chegarem a ônibus considerados seguros sem serem checados novamente para a posse de Obama, em janeiro.

Teria sido relativamente simples para um assassino ter se misturado aos demais e chegar perto o suficiente para atirar no novo presidente, afirma Kessler.

De acordo com o escritor, após a eleição de Obama, suas filhas Malia, 11, e Sasha, 8, assim como a primeira-dama Michelle Obama, cujo codinome é Renaissance, também recebem proteção do Serviço Secreto. O esquema de segurança também inclui o vice presidente Joe Biden, sua mulher, filhos e netos.




Enviado por Camilo com informações da Reuters


 

 

Fique por dentro...

03.08.2009 @ 09:09, Indique este blog,   Comente



DEU NA REVISTA VEJA


Leia a íntegra do que disse

o colunista Augusto Nunes

sobre João Paulo Cunha


 


 


O presidente da Câmara do

mensalão merece uma

indenização ou cadeia?




O deputado João Paulo Cunha, do PT paulista, demorou três anos para sentir-se ofendido com o artigo A coalizão dos vigaristas, publicado no Jornal do Brasil em dezembro de 2005. Conforme petição encaminhada à Justiça, que acaba de me intimar para uma audiência, Cunha acha que merece uma indenização em dinheiro “por danos morais”. Continuo achando que o que o ex-presidente da Câmara merece é cadeia. A reprodução do texto permitirá que o leitor decida quem tem razão.

Planalto paga mesada a deputados, foi esse o título da reportagem publicada pelo Jornal do Brasil em 24 de setembro de 2004. As primeiras quatro linhas resumiram o escândalo: “O governo montou no Congresso um esquema de distribuição de verbas e cargos para premiar partidos fiéis ao Planalto. Chama-se mensalão”. Imediatamente, estendeu-se sobre a bandalheira a rede corporativista tecida pelo cinismo dos culpados e pelo silêncio dos bem-informados.

Estimulado pelo recuo dos muitos parlamentares que sabiam da história, o deputado João Paulo Cunha, presidente da Câmara, ordenou a abertura de uma sindicância para conferir a denúncia. Os sherloques levaram duas horas para decidir que a acusação era “impertinente”. João Paulo não perderia a chance de fingir que, diante de agressões à instituição, virava fera ferida.

No dia seguinte, reivindicou por ação judicial o direito de resposta e prometeu exigir do JB “indenização por danos morais”. A resposta, publicada em 30 de outubro, transpirava indignação. A Câmara fora vítima de uma falsidade inominável, bradou o articulista, que condenou “o constrangimento imposto aos parlamentares”. Oito meses depois, baseada na entrevista de Roberto Jefferson à jornalista Renata Lo Prete, a Folha de S.Paulo anunciou que o PT pagava mensalões a deputados. A essência da manchete repetia a que enfurecera João Paulo no ano anterior. Mas desta vez a fera de araque nem miou.

“Vocês ainda vão ouvir falar muito num carequinha chamado Marcos Valério”, avisou Jefferson dias mais tarde. E então se deu a metamorfose. Sumiu o João Paulo com cara de garotão, maneiras polidas, cada fio de cabelo em seu lugar, óculos de primeiro da classe, afeito a sussurros conciliadores, mas disposto a enfrentar quaisquer perigos em defesa dos oprimidos e dos princípios do PT. Com os mesmos óculos, entrou em cena um tipo assustadiço, olheiras de porteiro de cabaré, barba implorando por lâminas, cabelos em desalinho, pupilas dilatadas pelo medo. Esse João Paulo era o verdadeiro. Tinha a cara da alma, modificada pelo lucrativo convívio com Marcos Valério.

Eles se conheceram na temporada eleitoral de 2002, quando uma agência do vigarista mineiro foi contratada para cuidar da campanha do PT em Osasco, onde João Paulo nasceu. Vitorioso, o deputado transformou o novo amigo em marqueteiro de estimação. Candidato único à presidência da Câmara, João Paulo contratou-o para monitorar uma campanha que não haveria. Depois, escolheu uma agência do parceiro para “melhorar a imagem da Casa”. Grato, Marcos Valério incluiu perguntas sobre o prestígio eleitoral de João Paulo em pesquisas destinadas a avaliar a imagem da instituição. O contrato foi renovado por dois anos no último dia útil de 2004.

Um cheque de R$ 50 mil valerianos recolhido pela mulher de João Paulo na agência do Banco Rural acabou por incluí-lo na fila da guilhotina. Puro descuido. A propina talvez tenha sido a menor das muitas transações tenebrosas consumadas pela dupla. Envolvem quantias bem mais impressionantes. Há outras pilantragens em andamento.

É hora de deter os bandidos.




Clique aqui e veja a coluna direto no site da Veja





Enviado por Camilo com informações da Veja
 

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05.08.2009 @  09:09, Indique este blog,   Comente


Uma prova de amor aos cães. Imperdível!







Enviado por
Camilo

 

Destaque no Orkut

05.08.2009 @ 09:09, Indique este blog,   Comente
 

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Parabéns para aos amigos virtuais abaixo que hoje acessam mais uma página no site da vida.

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Pérolas do Orkut

05.08.2009 @  09:09, Indique este blog,   Comente


Não reclame do seu trabalho, existem piores...



Enviado por
Dan do Orkut -Osasco

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05.08.2009 @  09:09, Indique este blog,   Comente

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Enviado por Cibele - Osasco

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