Terça, 09 de
junho de 2009
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desde 8 de fevereiro de 2006
Destaques
Pensamento do Dia:
"O Governo do PT diz que a oposição é privatista mas privatista
mesmo é o atual governo que transforma tudo o que é público em
propriedade particular de seus integrantes."
De Camilo
Caso você tenha alguma denúncia a fazer sobre corrupção em
Osasco e região,
entre em contato com este blog.
Até mesmo vereador da base do governo criticou a
administração por permitir utilização de área onde
funciona a Escolinha do Futuro, para o comércio de carros,
patrocinado pelo banco Itaú
Veja a seguir reportagem sobre o caso, publicada pelo Diário da Região nesta
terça-feira:
Prefeitura
diz que “não sabe” quem
autorizou feirão no Seno
Transcorridas duas semanas desde que o vereador Antônio
Aparecido Toniolo (PRP) denunciou a realização do feirão de
venda de carros no campo do Seno (Sociedade Esportiva Novo
Osasco), a prefeitura respondeu agora, por meio da
assessoria de imprensa, que “não sabe quem concedeu
autorização para a realização do evento”.
Após grande insistência do Diário, a devolutiva da
administração foi que, se existe autorização, ela não partiu
nem da secretaria de Governo (responsável por esse tipo de
trâmite), nem da de Esportes.
O vereador criticou a utilização da área – onde funciona a
Escolinha do Futuro – para o comércio de carros, patrocinado
pelo banco Itaú. “Não podemos permitir que um terreno
público seja utilizado para fins comerciais. Onde estão os
alunos da Escolinha do Futuro nesse momento? Ficam em casa
enquanto acontece o feirão?”, questionou Toniolo ao fazer a
denúncia.
Mesmo sendo da base governista, Toniolo apresentou
requerimento para saber da prefeitura quem autorizou o
feirão. “Eu fico mais preocupado ainda, pois se a Secretaria
de Governo, que é o órgão competente, não autorizou, e a de
Esportes também não, quem foi que autorizou?”, ponderou.
Além do ‘desconhecimento’ quanto à origem do aval, também
não se sabe qual a contrapartida recebida pela administração
para a cessão do espaço.
BLOG COMENTA:
E enquanto isso, o prefeito Emidio de Souza segue fora da
cidade em busca de apoio para sua candidatura a governador
de São Paulo. Uma vergonha!
O fato é que este é o estilo de governar dos políticos "clientelistas".
Montam o curral eleitoral (Bolsa Família, Cestas Básicas e
outras quinquilharias...) e não dão bola para mais nada!
Que desplante, ninguém sabe na Administração quem autorizou!
No centro do noticiário de desvios de recursos em contratos
superfaturados, de irrigação generosa de ONGs companheiras,
e motivo de instalação de uma CPI no Senado, a Petrobras
decidiu, de maneira agressiva, antiética e ilegal, tentar
acuar O GLOBO, a "Folha de S. Paulo" e "O Estado de S.
Paulo", jornais que, por dever de ofício, acompanham com a
atenção devida as evidências de desmandos na administração
da companhia.
O caminho encontrado pela estatal foi publicar em um blog da
empresa as perguntas encaminhadas por repórteres dos jornais
e respectivas respostas. Com o detalhe, também grave, de que
a empresa divulgou na sexta informações que prestara para
uma reportagem que seria publicada no GLOBO de domingo, numa
assombrosa quebra do sigilo que precisa existir no
relacionamento entre imprensa e fonte prestadora de
informações. Agira da mesma forma com os outros jornais.
Mesmo as perguntas, encaminhadas por escrito, são de
propriedade do jornalista e do veículo a que ele representa.
O indisfarçável objetivo intimidativo da empresa, como bem
interpretou nota da Associação Nacional dos Jornais (ANJ),
desrespeito profissionais e atenta contra a liberdade de
imprensa, ao violar o direito da sociedade de ser informada,
sem limitações.
A Petrobras fere a Constituição. Corporação poderosa, com
tendência histórica de se descolar de controles públicos, a
Petrobras, com a política de aparelhamento do Estado posta
em prática por Lula, se tornou, em parte, um bunker nas mãos
de correntes de sindicalistas, do PT e sob o jugo dos
anseios fisiológicos do PMDB.
A estatal alega praticar a "transparência" ao cometer o erro
de divulgar material de propriedade de profissionais e
veículos de imprensa. Ser cada vez mais transparente é um
objetivo correto para a estatal -, caso ela não o use como
justificativa para agir deslealmente com os meios de
comunicação. A Petrobras errou, e espera-se que volte atrás
nos procedimentos nada éticos que adotou no atendimento à imprensa.
Pelo seu porte, obrigada a prestar informações a milhares de
acionistas e a órgãos reguladores dentro e fora do país, a
estatal não pode ser instrumento de grupos políticos, não
importa de qual figurino ideológico.
A empresa, sem dúvida uma conquista da sociedade brasileira,
já atingiu um porte diante do qual governos devem tratá-la
com respeito, mas sem permitir que paire sobre o país, imune
a qualquer regulação, que se feche diante do legítimo
interesse do contribuinte em saber como são feitos os
negócios públicos.
O Tribunal de Contas da União (TCU), ligado ao Legislativo,
tem acesso a contratos firmados pela administração direta
pelos quais o contribuinte financia ONGs e organizações
sociais. A estatal faz o mesmo, mas impede auditores do
tribunal de examinarem os acordos, escudada na interpretação
de uma lei da era FH.
Sem qualquer preocupação com os interesses dos acionistas
privados, no Brasil e no exterior, a estatal montou uma
desproporcional equipe de mais de 1.150 profissionais de
comunicação, uma redação que supera em três ou quatro vezes
cada uma daquelas dos maiores jornais do país. Vê-se agora
que um dos objetivos é usar esta redação - ociosa, por falta
do que fazer no trabalho normal de comunicação corporativa -
na luta política e na ameaça à imprensa.
Outro sinal da transformação da Petrobras em uma espécie de
caixa dois de operações políticas está exposto na reportagem
do GLOBO, no domingo - cujo sigilo foi quebrado pela estatal
-, sobre o apoio continuado ao projeto sem destino do uso da
mamona como biocombustível. A própria Agência Nacional de
Petróleo (ANP) já atestou a inviabilidade do programa.
Mas, como assentamentos do MST, da Contag e outras
organizações ditas sociais são beneficiários do projeto,
milhões de reais continuam a ser repassados, enquanto a
mamona apodrece em armazéns no sertão nordestino. Não por
acaso, no lado da estatal, quem gerencia esta área é Miguel
Rossetto, ministro do Desenvolvimento Agrário no primeiro
governo Lula, quando patrocinou o aparelhamento do Incra
pelo MST e satélites. Hoje, transfere dinheiro da Petrobras
para os antigos aliados -, com a vantagem de não precisar
prestar contas ao TCU.
O ataque da Petrobras à imprensa, nova especialidade de uma
empresa que deveria estar concentrada na exploração do
petróleo e gás, não deve ser, portanto, um simples desvio
organizacional. Longe disso. Tudo parece coerente com um
estilo de administração e diversificação de objetivos
adotados nos últimos tempos.
A Associação Nacional de Jornais (ANJ) manifesta seu repúdio
pela atitude antiética e esquiva com que a Petrobras vem
tratando os questionamentos que lhe são dirigidos pelos
jornais brasileiros, em particular por O Globo, Folha de
S.Paulo e O Estado de S.Paulo, que nas últimas semanas
publicaram reportagens sobre evidências de irregularidades e
de favorecimento político em contratos assinados pela
estatal e suas controladas.
Numa canhestra tentativa de intimidar jornais e
jornalistas, a empresa criou um blog no qual divulga as
perguntas enviadas à sua assessoria de imprensa pelos
jornalistas antes mesmo de publicadas as matérias às quais
se referem, numa inaceitável quebra da confidencialidade que
deve orientar a relação entre jornalistas e suas fontes.
Como se não bastasse essa prática contrária aos princípios
universais de liberdade de imprensa, os e-mails de resposta
da assessoria incluem ameaças de processo no caso de suas
informações não receberem um “tratamento adequado”.
Tal advertência intimidatória, mais que um desrespeito aos
profissionais de imprensa, configura uma violação do direito
da sociedade a ser livremente informada, pois evidencia uma
política de comunicação que visa a tutelar a opinião
pública, negando-se ao democrático escrutínio de seus atos.
Brasília, 8 de junho de 2009
Júlio César Mesquita
Vice-Presidente da ANJ
Responsável pelo Comitê de Liberdade de Expressão
Ela critica mudanças na gratuidade de ônibus e diz que
alterações vão prejudicar inclusive idosos. A vereadora quer
audiência pública sobre assunto
Fotos reprodução da TV
Câmara Osasco Ana Paula (foto) disse que as empresas de ônibus mandam
em Osasco. "Quando fui secretária da Promoção Social tive de
abrir um boletim de ocorrência contra eles"
Aparteando a vereadora Ana Paula, o vereador André Sacco
(foto)
afirmou que "deixar os laudos sobre deficientes serem feitos
por médicos das empresas de ônibus é colocar a raposa
tomando conta do galinheiro”
A regulamentação da concessão de gratuidade no transporte
coletivo do município, decretada pelo prefeito Emidio de
Souza (PT) em abril, voltou a ser discutida na Câmara na
sessão desta quinta-feira e gerou nova polêmica.
A vereadora Ana Paula Rossi (PDMB), que tem insistido nas
últimas sessões que a nova lei, de acordo com sua
interpretação,implica a restrição do benefício para
portadores de necessidades especiais, voltou à tribuna para
denunciar que também os idosos estão sendo prejudicados.
De acordo com ela, o novo texto é inconstitucional pois é
incompatível com a Lei Orgânica do município, que garante
gratuidade de transporte coletivo para aposentados,
pensionistas e deficientes físicos ou mentais. “Esse
benefício não é favor nenhum. É direito adquirido”,
ressaltou.
A discussão foi motivada pela presença de um aposentado de
60 anos na galeria da Casa, que disse não ter conseguido
renovar o benefício porque recebe mais de dois salários
mínimos. Ana Paula apontou que a Lei Orgânica não faz
nenhuma menção a valores de aposentadoria, estendendo a
gratuidade a todos.
A Lei Orgânica também concede o benefício para todos os
deficientes físicos ou mentais e, inclusive, para seus
acompanhantes. Já a regulamentação decretada por Emidio
transfere para as empresas operadoras do sistema (Viação
Osasco e Urubupungá) a responsabilidade pela avaliação
médica dos deficientes. Eles têm de apresentar laudos
especificando grau da necessidade especial e também da
dependência de acompanhante. E a palavra final é das
empresas. “É a raposa tomando conta do galinheiro”,
criticou André Sacco (PSDB).
Ana Paula deu entrada em ofício para realização de audiência
pública para discutir o tema. “Isso é muito grave. Se isso
não fosse tão triste, seria, no mínimo, uma piada”,
condenou.
Primeiro round
Ana Paula bateu-boca com o líder do governo, Aluísio
Pinheiro (PT), a quem já havia chamado de “covarde”
em sessão anterior. Desta vez, ela negou-lhe o aparte na
hora solicitada, dizendo que ele tem o hábito de não
devolver a palavra quando pede um aparte.
Após longa espera, ele falou que a administração criou
uma comissão para tratar da questão da gratuidade e que, se
necessário, a lei seria reformada. Sua fala foi ironizada
por Ana Paula, que questionou a demora da prefeitura em
perceber o problema e sua postura de sempre criar comissões
de estudo.
A discussão esquentou quando Aluísio garantiu que os
vereadores sabiam o que estavam votando quando aprovaram a
lei que instituiu o BEM – segundo Ana Paula, o texto enviado
para apreciação foi modificado, sendo substituído por outro
durante a votação. ”O próprio vereador não sabia o que tinha
votado. Foi questionado por mim, no meu programa de rádio, e
falou que desconhecia a mudança na lei. Eu tenho a
gravação”, esbravejou.
Segundo round
Depois disso, o “alvo” de Ana Paula foi o vereador Valmir
Prascidelli (PT), que explicou, no microfone de aparte, que
a prefeitura quis apenas “ajustar os critérios” do
benefício. Ele destacou que as empresas não vieram para a
cidade durante a administração de Emidio e foi rebatido por
Ana Paula. “Mas antes elas seguiam regras determinadas pelo
município”, disse a vereadora, apontando que a defesa de
Prascidelli era “apelação”. O bate-boca chegou a tal ponto
que os dois começaram a falar ao mesmo tempo, sem parar, e
tiveram de ser contidos pelo presidente da Casa, Osvaldo
Verginio (PR).
Na qualidade de presidente do Sindicato dos Condomínios de
São Paulo e Região - Sinconedi, debatemos com o advogado dr.
Marcelo Manhães direitos e deveres
de moradores em condomínios.
Se você mora em condomínio vale a pena ficar por dentro:
-Esta é apenas uma das mais de
200 mensagens recebidas pelo blog neste final de semana.
-Foi uma verdadeira enxurrada de e-mails criticando a atitude
do prefeito Emidio de Souza que resolveu fazer sua festa de
aniversário - para estrelas do PT - em bairro chique
de São Paulo
Vejam a seguir algumas das opiniões recebidas:
"É um absurdo. Será que ele está com vergonha da
imundície que está a cidade? Pois se está assim a culpa é
dele mesmo",
M. E. - Osasco
"Estive lá e vi. Fazer uma festa daquelas e dizer que
a cidade está em crise é gozar com a cara dos osasquenses.",
E.P. - Osasco
"Ele deve ter feito a festa fora pois deve estar com
vergonha do lixo espalhado pelas calçadas até da avenida dos
Autonomistas.",
D.U. - Osasco
"Acho que ele fez a festa em São Paulo depois de ver
que ele acabou com a segurança da nossa cidade. Nem guardas
nos Postos de Saúde tem mais. Viram o sequestro da
funcionária? Acho que foi por isso que ele correu para
Pinheiros",
A.E. - Osasco
"Se fosse na minha terra ele não voltava mais para a cidade.
Teria de renunciar. Isso é rir da cara da gente. É chamar
todo mundo de palhaço",
P.A. - Osasco
"Só tinha estrela na festa do homem. Pobres de Osasco, só os
seguranças dele. Que vergonha prefeito! Que vergonha! ",
D.E - Osasco
"Prefeito de Osasco provou que abandonou a cidade ao
fazer
uma festa milionária em São Paulo. Na minha opinião, faltou
inteligência a um político que quer ser governador. Isso é o
que eu chamo de gafe das gafes",
D.E - Osasco
"Onde está a crise que o prefeito tanto fala? Acho que
a crise só chegou para os servidores que estão ganhando uma
miséria e ainda têm de ser capacho.",
J.J.- Osasco
"Quero ver se os vereadores ainda vão ter coragem de
elogiar o prefeito por fazer uma festa milionária fora da
cidade. Só falta aprovarem moção elogiando o homem. Vai ser
o fim da picada",
O.O.- Osasco
"Quem será que pagou todo aquele luxo?",
F.G.- Osasco
"Quem será o infeliz que deu essa idéia para ele?",
P.R.- Osasco
"Não dá para acreditar que a situação do jeito que
está em Osasco, o prefeito tenha coragem de fazer um coisa
desta. Isso é zombar dos funcionários públicos que estão em
estado de greve",
O.P.- Osasco
"Para fazer festa ele aparece. Para falar por que
morrem tantos bebês na maternidade municipal ninguém vê o
homem ", D.I.-
Osasco
"Tomara que ele seja mesmo o candidato do PT a
governador. Ele terá que renunciar ao cargo de prefeito. Ai
quem vai fazer festa é o povo! kkkkkkkkkkkk",
T.U.- Osasco
Uma velhinha é atropelada por um motoboy e levada às pressas
para o hospital.
Rapidamente um médico chega para examiná-la e vai
relacionando as lesões, ditando para a enfermeira anotar em
uma ficha:
— Escoriações na cabeça... Fratura no braço direito...
Luxação na clavícula... Desarticulação do tornozelo
esquerdo... Secção longitudinal na coxa esquerda... — E
virando-se para a mulher: — Qual a sua idade, minha senhora?