Domingo, 09 de
agosto de 2009
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Homenagem do Dia:
"Ser PAI é aguentar a dor
de ver os filhos passarem pelos sofrimentos necessários, buscando
protegê-los sem que percebam, para que consigam descobrir os
próprios caminhos. "
FELIZ DIA DOS PAIS!!
Camilo
Caso você tenha alguma denúncia a fazer sobre corrupção em
Osasco e região,
entre em contato
com este blog.
Para presidente, José Serra, aparece com 55%, Ciro 16% e
Dilma 12%
Uma pesquisa confirma o favoritismo do tucano Geraldo
Alckmin em uma eventual campanha para governador de São
Paulo em 2010.
O levantamento feito pelo instituto Opinião, ligado ao PSDB,
atribui a Alckmin de 53% a 63% das intenções de voto.
A variação ocorre quando se muda a lista de candidatos.
Depois de Alckmin, quem aparece melhor é o prefeito de São
Paulo, Gilberto Kassab, com 45% em alguns dos trinta
cenários analisados.
O socialista Ciro Gomes só chega à liderança quando não é
confrontado com Alckmin ou Kassab.
As pontuações máximas dos petistas Marta Suplicy e Antonio
Palocci são de 33% e 12%, respectivamente.
O estudo ainda aferiu as preferências dos paulistas para
presidente. O governador paulista, José Serra, tem 55% das
intenções de voto, Ciro Gomes, 16% e a petista Dilma
Rousseff, 12%.
A vítima é um homem que morreu há 10 dias. Não se sabe se
ele morava na cidade. Agora são 10 na região
A cidade de Barueri também registrou uma morte em
decorrência da gripe suína. A vítima é um homem que estava
internado no Hospital Municipal da cidade e morreu há 10
dias.
Mas, de acordo com informações da Assessoria de Imprensa da
Prefeitura, ainda não foi possível confirmar se ele é um
morador da cidade, já que estava abrigado no alojamento da
empresa em que trabalhava, também no município.
Com esse registro, sobe para 10 o número de mortos
pela gripe na região.
Desse total, 7 casos aconteceram em Osasco, que
confirmou na quinta-feira mais dois óbitos, um envolvendo um
homem de 30 anos e outro uma mulher de 63. Além disso, uma
gestante faleceu no Hospital Geral de Itapevi e um homem em
um hospital particular de Cotia.
Eles reivindicam reajuste de 14,42% e segundo o presidente
da Apatej greve não está descartada
Funcionários de Fóruns de todo o Estado de São Paulo vão
cruzar os braços na próxima quarta-feira, 12. O ato faz
parte da campanha salarial da categoria, organizada pela
Apatej (Associação Paulista dos Técnicos Judiciários) e que
também inclui uma manifestação no mesmo dia, a partir das 14
horas, na Praça João Mendes.
Os servidores reivindicam reajuste de 14,42%. E, segundo o
presidente da Apatej, Antônio Grandi Filho, a data-bate da
categoria venceu em 1º de março.
A categoria também protesta contra um corte de 37% a
distribuição de recursos para o Judiciário, autorizada pelo
governador José Serra no final do ano passado.
O remédio é o Propofol,
geralmente usado em cirurgias
Os exames toxicológicos feitos no corpo de Michael Jackson
revelaram que o cantor recebeu uma quantidade letal do
analgésico Propofol, segundo disseram hoje fontes policiais
não identificadas ao portal "TMZ.com". Os resultados destas
análises ainda não foram divulgados.
O anúncio, porém, deve acontecer em breve, já que Craig
Harvey, porta-voz do escritório do juiz de instrução, disse
no mesmo dia em que foi feita a autópsia no corpo de
Michael, em 26 de junho, que a causa final da morte seria
conhecida, no máximo, entre "quatro e seis semanas depois".
O "TMZ.com", que foi o primeiro meio de comunicação a
informar da morte do "rei do pop", afirma que no organismo
de Michael também foram encontrados vestígios de Xanax,
comprimidos destinados a tratar os ataques de pânico.
Segundo as fontes consultadas pelo "TMZ.com", essa dose de
Propofol, um analgésico geralmente usado em cirurgias, foi a
principal razão da morte do artista.
O deputado João Paulo Cunha, do PT paulista, demorou três
anos para sentir-se ofendido com o artigo A coalizão dos
vigaristas, publicado no Jornal do Brasil em dezembro de
2005. Conforme petição encaminhada à Justiça, que acaba de
me intimar para uma audiência, Cunha acha que merece uma
indenização em dinheiro “por danos morais”. Continuo achando
que o que o ex-presidente da Câmara merece é cadeia. A
reprodução do texto permitirá que o leitor decida quem tem
razão.
Planalto paga mesada a deputados, foi esse o título da
reportagem publicada pelo Jornal do Brasil em 24 de setembro
de 2004. As primeiras quatro linhas resumiram o escândalo:
“O governo montou no Congresso um esquema de distribuição de
verbas e cargos para premiar partidos fiéis ao Planalto.
Chama-se mensalão”. Imediatamente, estendeu-se sobre a
bandalheira a rede corporativista tecida pelo cinismo dos
culpados e pelo silêncio dos bem-informados.
Estimulado pelo recuo dos muitos parlamentares que sabiam da
história, o deputado João Paulo Cunha, presidente da Câmara,
ordenou a abertura de uma sindicância para conferir a
denúncia. Os sherloques levaram duas horas para decidir que
a acusação era “impertinente”. João Paulo não perderia a
chance de fingir que, diante de agressões à instituição,
virava fera ferida.
No dia seguinte, reivindicou por ação judicial o direito de
resposta e prometeu exigir do JB “indenização por danos
morais”. A resposta, publicada em 30 de outubro, transpirava
indignação. A Câmara fora vítima de uma falsidade
inominável, bradou o articulista, que condenou “o
constrangimento imposto aos parlamentares”. Oito meses
depois, baseada na entrevista de Roberto Jefferson à
jornalista Renata Lo Prete, a Folha de S.Paulo anunciou que
o PT pagava mensalões a deputados. A essência da manchete
repetia a que enfurecera João Paulo no ano anterior. Mas
desta vez a fera de araque nem miou.
“Vocês ainda vão ouvir falar muito num carequinha chamado
Marcos Valério”, avisou Jefferson dias mais tarde. E então
se deu a metamorfose. Sumiu o João Paulo com cara de
garotão, maneiras polidas, cada fio de cabelo em seu lugar,
óculos de primeiro da classe, afeito a sussurros
conciliadores, mas disposto a enfrentar quaisquer perigos em
defesa dos oprimidos e dos princípios do PT. Com os mesmos
óculos, entrou em cena um tipo assustadiço, olheiras de
porteiro de cabaré, barba implorando por lâminas, cabelos em
desalinho, pupilas dilatadas pelo medo. Esse João Paulo era
o verdadeiro. Tinha a cara da alma, modificada pelo
lucrativo convívio com Marcos Valério.
Eles se conheceram na temporada eleitoral de 2002, quando
uma agência do vigarista mineiro foi contratada para cuidar
da campanha do PT em Osasco, onde João Paulo nasceu.
Vitorioso, o deputado transformou o novo amigo em
marqueteiro de estimação. Candidato único à presidência da
Câmara, João Paulo contratou-o para monitorar uma campanha
que não haveria. Depois, escolheu uma agência do parceiro
para “melhorar a imagem da Casa”. Grato, Marcos Valério
incluiu perguntas sobre o prestígio eleitoral de João Paulo
em pesquisas destinadas a avaliar a imagem da instituição. O
contrato foi renovado por dois anos no último dia útil de
2004.
Um cheque de R$ 50 mil valerianos recolhido pela mulher de
João Paulo na agência do Banco Rural acabou por incluí-lo na
fila da guilhotina. Puro descuido. A propina talvez tenha
sido a menor das muitas transações tenebrosas consumadas
pela dupla. Envolvem quantias bem mais impressionantes. Há
outras pilantragens em andamento.
- Bom dia, é da recepção? Eu gostaria de falar com alguém
que me desse informações sobre um paciente. Queria saber se
certa pessoa está melhor ou piorou...
- Qual e o nome do paciente?
-Chama-se Celso e está no quarto 302.
- Um momentinho, vou transferir a ligação para o setor de
enfermagem...
- Bom dia, sou a enfermeira Lourdes. O que deseja?
- Gostaria de saber as condições clínicas do paciente Celso
do quarto
302, por favor!
- Um minuto, vou localizar o médico de plantão.
- Aqui é o Dr. Carlos plantonista. Em que posso ajudar?
- Olá, doutor. Precisaria que alguém me informasse sobre a
saúde do
Celso que está internado há três semanas no quarto 302.
- Ok, meu senhor, vou consultar o prontuário do paciente...
Um
instante só!
Hummm! Aqui está: ele se alimentou bem hoje, a pressão
arterial e
pulso estão estáveis, responde bem à medicação prescrita e
vai ser
retirado do monitor cardíaco até amanhã. Continuando bem, o
médico
responsável assinará alta em três dias.
- Ahhhh, Graças a Deus! São notícias maravilhosas! Que
alegria!
- Pelo seu entusiasmo, deve ser alguém muito próximo,
certamente da família!?
- Não, sou o próprio Celso telefonando aqui do 302!
É que todo mundo entra e sai desta m.... deste quarto e
ninguém me diz p.... nenhuma.
Eu só queria saber como estou.....