Quarta, 10 de
junho de 2009
3 ANOS No ar
desde 8 de fevereiro de 2006
Destaques
Pensamento do Dia:
"Terceiro mandato é golpismo. É algo que afronta os preceitos
constitucionais. O terceiro mandato é, na prática, declarar que a
democracia brasileira é frágil, porque um dos princípios mais
importantes da ordem democrática é a alternância do poder"
De Armando Monteiro Neto, presidente da Confederação Nacional da
Indústria
Caso você tenha alguma denúncia a fazer sobre corrupção em
Osasco e região,
entre em contato com este blog.
Nesta terça-feira o blog recebeu denúncia do Conseg -
Conselho de Segurança - do
Centro de Osasco afirmando que o Shopping União, que
inaugura hoje em Osasco, não teria laudo dos bombeiros e por consequência não teria recebido alvará de funcionamento.
Diante da denúncia, ligamos para os telefones do shopping
divulgados na internet, e ou não souberam informar
ou se negaram a falar sobre o assunto.
O shopping, considerado o maior do País, será inaugurado a partir das 10 horas de hoje.
Senado acumula mais de 300 atos secretos para criar cargos e
nomear
Parentes de políticos ganharam cargos sem que seus nomes
fossem divulgados em publicações oficiais
Depois da revelação feita no mês passado por um estudo da
Fundação Getúlio Vargas de que o Senado tinha mais 600
funções comissionadas e cargos com gratificação, descobre-se
agora outra caixa-preta na Casa. Atos administrativos
secretos foram usados para nomear parentes, amigos, criar
cargos e aumentar salários.
Levantamento feito por técnicos do Senado nos últimos 45
dias, a pedido da Primeira-Secretaria, detectou cerca de 300
decisões que não foram publicadas, muitas adotadas há mais
de 10 anos. Essas medidas entraram em vigor, gerando gastos
desnecessários e suspeitas da existência de funcionários
fantasmas.
O Estado teve acesso a esses atos secretos, que, após o
início da investigação interna, começaram a sair como
"boletins suplementares", inseridos nos respectivos meses a
que se referem, com data da época. Na relação, aparecem as
nomeações da ex-mulher do deputado Eliseu Padilha (PMDB-RS)
na Advocacia-Geral e da ex-presidente da Câmara Municipal de
Murici, cidade cujo prefeito é filho do hoje líder do PMDB,
Renan Calheiros (AL).
Também secreto é o ato que exonerou um neto do presidente do
Senado, José Sarney (PMDB-AP), então lotado no gabinete de
Epitácio Cafeteira (PTB-MA). A exoneração, pelo modo
secreto, ocorreu para não dar visibilidade à existência de
um parente não-concursado de Sarney nos quadros da
instituição no momento em que o Senado se via obrigado a
cumprir a súmula antinepotismo do Supremo Tribunal Federal
(STF).
Neto de Sarney foi beneficiado
Rapaz recebeu salário de secretário parlamentar durante 18
meses
João Fernando Michels Gonçalves Sarney é um jovem de 22 anos
que está perto de terminar o curso de administração numa
faculdade particular de Brasília. Apesar da pouca idade e de
ainda não ter diploma, ele carrega no currículo, além do
sobrenome de peso, um emprego de prestígio. Por um ano e
oito meses, João ocupou formalmente um dos postos mais altos
da estrutura funcional do Senado. Foi secretário
parlamentar, função que dá direito a salário mensal de R$
7,6 mil. A história agora se tornou conhecida graças à
revelação dos atos secretos.
É o próprio João Fernando quem revela as credenciais que lhe
garantiram o bom emprego. Procurado ontem pelo Estado,
respondeu sem rodeios à pergunta sobre sua relação com o
presidente do Senado. "Sou neto do senador Sarney, meu pai é
o Fernando", disse. Ele se referia a Fernando José Macieira
Sarney, filho mais velho do senador e encarregado de tocar
os negócios da família. A mãe de João, Rosângela Terezinha
Michels Gonçalves, candidata a Miss Brasília em 1980, é
ex-namorada de Fernando.
O rapaz foi nomeado assessor do Senado em 1º de fevereiro de
2007. Quem assinou a nomeação foi o atual diretor-geral da
casa, Alexandre Gazineo, na época adjunto do então
todo-poderoso Agaciel Maia. João deveria trabalhar no
gabinete do senador Epitácio Cafeteira, do PTB do Maranhão,
terra dos Sarney. Esteve lotado no Senado até 3 de outubro
do ano passado, quando um novo ato secreto, também assinado
por Gazineo, formalizou sua saída.
Um estudante foi preso por jogar pedras contra a PM
Veja as imagens da batalha:
Balas de borracha, bombas de efeito moral e gás de pimenta
foram usados pela Polícia Militar contra manifestantes na
Universidade de São Paulo (USP) por volta das 17h desta
terça-feira (9). Um estudante foi preso por ter jogado
pedras contra os policiais. Às 18h, o tumulto no campus da
universidade ainda era grande.
Mais homens foram deslocados para o local para dar reforço
policial. Uma ambulância também está na Cidade
Universitária.
O confronto começou logo após o acesso à universidade ter
sido liberado, por volta das 17h desta terça-feira (9). O
cruzamento da Rua Alvarenga com a Avenida Afrânio Peixoto
chegou a ficar interditado por cerca de uma hora e meia.
O grupo, formado por algumas centenas de pessoas, seguia
para a frente da Reitoria da universidade, onde deveria
acontecer uma nova assembleia.
No entanto, muitos tentam se refugiar atrás de árvores para
tentar se proteger da polícia.
Uma funcionária que tentou dialogar com os policiais sobre a
razão dos ataques recebeu gás de pimenta no rosto. "A gente
só pediu para conversar, mas eles não querem", disse Solange
Francisco, de 45 anos.
No início da tarde, os servidores, que estão em greve há
mais de um mês, e os estudantes já haviam se reunido em
frente à reitoria.
Com carro de som e cartazes, eles reivindicam a saída da
Polícia Militar da universidade, presente no campus desde a
semana passada, e a reabertura de negociação salarial com o
Conselho de Reitores das Universidades Paulistas (Cruesp),
interrompida no último dia 25. Estudantes também protestam
contra a oferta de curso à distância pela universidade. A
Reitoria da USP diz que só volta a negociar com o fim dos
piquetes.
O Fórum das Seis, que reúne entidades sindicais de
professores e funcionários das três universidades paulistas
(USP, Unicamp e Unesp) também havia dito, por meio de nota,
que a decisão de manter os policiais nas portarias dos
prédios para garantir o livre acesso é uma tentativa de
“intimidar o movimento social”.
Estudantes da USP decidem passar a noite no
campus; ato está marcado para esta quarta
Em assembleia, estudantes da USP (Universidade de São Paulo)
decidiram passar a noite na universidade em "vigília". Havia
cerca de 700 alunos reunidos no prédio da História na noite
desta terça (9).
Eles também votaram por fazer um ato em frente da reitoria
às 6h da manhã da quarta. Ao meio-dia, os estudantes
marcaram concentração em frente ao prédio da reitoria de
onde pretendem seguir em direção à avenida Paulista. Os atos
são em protesto ao confronto que aconteceu hoje entre
manifestantes e homens da PM (Polícia Militar).
A Adusp, associação que representa os docente da USP,
agendou uma assembleia da categoria para a manhã de quarta,
às 10h no auditório da Geografia. Em nota, os professores
mostraram repúdio a "ação violenta da PM".
A atuação da PM (Polícia Militar) no campus da USP começou
em 1º de junho, após a reitoria ter entrado na Justiça com
um pedido de reintegração de posse do prédio em que funciona
a administração da universidade.
A PM estava encarregada de garantir ainda acesso ao prédio
da Antiga Reitoria, da Coordenadoria do Campus, da
Coordenadoria de Assistência Social, do Centro de Práticas
Esportivas, do Museu de Arte Contemporânea, do Museu de
Arqueologia e Etnologia e da Creche Oeste. Todas essas
unidades estavam bloqueadas por piquetes dos grevistas desde
o dia 27 de maio.
Já no dia 2 de junho começaram os protestos contra a
presença da PM no campus. Veja imagens dos protestos .
Contra a PM na USP
A presença da PM fortaleceu o movimento dos funcionários.
Professores e estudantes decidiram aderir à greve no último
dia 4.
Segundo a associação de professores, a greve dos docentes
foi motivada pela presença da PM no campus e pretendia
pressionar o Cruesp (Conselho de Reitores das Universidades
Estaduais Paulistas) para a reabertura de negociações.
De acordo com comunicado da Adusp (Associação dos Docentes
da USP), os professores "entendem que os assuntos internos à
universidade devem ser tratados através do diálogo com a
comunidade universitária. A reiterada presença da Polícia
Militar fortemente armada, intimidando os manifestantes no
campus, é motivo da indignação dos docentes".
Os alunos também resolveram cruzar os braços. Segundo
Vinícius Zaparoli, integrante do DCE (Diretório Central dos
Estudantes) há "alguns eixos prioritários de reivindicações:
o fim do ensino a distância; o fim da repressão ao movimento
estudantil na universidade; e o fim do corte de verbas para
a educação", afirmou. Segundo o representante estudantil,
dois novos eixos foram acrescentados à pauta dos
universitários: "A saída da PM do campus e a saída da
reitora Suely Villela", disse.
Piquetes e invasões
Os funcionários começaram a realizar piquetes em frente a
algumas unidades para pressionar a reitoria na negociação
salarial a partir de 27 de maio.
Antes dessa data, em 25 de maio, estudantes haviam forçado a
entrada na reitoria em uma das reuniões de negociação
salarial. Segundo o Sintusp (Sindicato dos Trabalhadores da
USP), o confronto ocorreu após a reitoria negar-se a receber
Claudionor Brandão e os estudantes que deveriam participar
da reunião de negociação entre o Cruesp (Conselho de
Reitores das Universidades Estaduais Paulistas) e o Fórum
das Seis (entidade que engloba representantes sindicais de
professores e funcionários).
Reivindicações
Os funcionários da USP (Universidade de São Paulo) estão em
greve desde 5 de maio. A pauta do movimento é reajuste
salarial de 17% mais um aumento de R$ 200 no salário e ela é
compartilhada com os funcionários da Unesp (Universidade
Estadual Paulista) e da Unicamp (Universidade Estadual de
Campinas).
No caso da USP, existe ainda outra reivindicação: a
readmissão de Claudionor Brandão, ex-servidor, demitido por
justa causa - cujo desligamento da USP é analisado pelo
Fórum das Seis (entidade que congrega os servidores das três
universidades) como político.
No dia 18 de maio, os reitores das três universidades que
formam o Cruesp (Conselho de Reitores das Universidades
Estaduais Paulistas) propuseram reajuste salarial de 6,05%
aos funcionários e professores.
Até mesmo vereador da base do governo criticou a
administração por permitir utilização de área onde
funciona a Escolinha do Futuro, para o comércio de carros,
patrocinado pelo banco Itaú
Veja a seguir reportagem sobre o caso, publicada pelo Diário da Região nesta
terça-feira:
Prefeitura
diz que “não sabe” quem
autorizou feirão no Seno
Transcorridas duas semanas desde que o vereador Antônio
Aparecido Toniolo (PRP) denunciou a realização do feirão de
venda de carros no campo do Seno (Sociedade Esportiva Novo
Osasco), a prefeitura respondeu agora, por meio da
assessoria de imprensa, que “não sabe quem concedeu
autorização para a realização do evento”.
Após grande insistência do Diário, a devolutiva da
administração foi que, se existe autorização, ela não partiu
nem da secretaria de Governo (responsável por esse tipo de
trâmite), nem da de Esportes.
O vereador criticou a utilização da área – onde funciona a
Escolinha do Futuro – para o comércio de carros, patrocinado
pelo banco Itaú. “Não podemos permitir que um terreno
público seja utilizado para fins comerciais. Onde estão os
alunos da Escolinha do Futuro nesse momento? Ficam em casa
enquanto acontece o feirão?”, questionou Toniolo ao fazer a
denúncia.
Mesmo sendo da base governista, Toniolo apresentou
requerimento para saber da prefeitura quem autorizou o
feirão. “Eu fico mais preocupado ainda, pois se a Secretaria
de Governo, que é o órgão competente, não autorizou, e a de
Esportes também não, quem foi que autorizou?”, ponderou.
Além do ‘desconhecimento’ quanto à origem do aval, também
não se sabe qual a contrapartida recebida pela administração
para a cessão do espaço.
BLOG COMENTA:
E enquanto isso, o prefeito Emidio de Souza segue fora da
cidade em busca de apoio para sua candidatura a governador
de São Paulo. Uma vergonha!
O fato é que este é o estilo de governar dos políticos "clientelistas".
Montam o curral eleitoral (Bolsa Família, Cestas Básicas e
outras quinquilharias...) e não dão bola para mais nada!
Que desplante, ninguém sabe na Administração quem autorizou!
Na qualidade de presidente do Sindicato dos Condomínios de
São Paulo e Região - Sinconedi, debatemos com o advogado dr.
Marcelo Manhães direitos e deveres
de moradores em condomínios.
Se você mora em condomínio vale a pena ficar por dentro:
-Esta é apenas uma das mais de
200 mensagens recebidas pelo blog neste final de semana.
-Foi uma verdadeira enxurrada de e-mails criticando a atitude
do prefeito Emidio de Souza que resolveu fazer sua festa de
aniversário - para estrelas do PT - em bairro chique
de São Paulo
Vejam a seguir algumas das opiniões recebidas:
"É um absurdo. Será que ele está com vergonha da
imundície que está a cidade? Pois se está assim a culpa é
dele mesmo",
M. E. - Osasco
"Estive lá e vi. Fazer uma festa daquelas e dizer que
a cidade está em crise é gozar com a cara dos osasquenses.",
E.P. - Osasco
"Ele deve ter feito a festa fora pois deve estar com
vergonha do lixo espalhado pelas calçadas até da avenida dos
Autonomistas.",
D.U. - Osasco
"Acho que ele fez a festa em São Paulo depois de ver
que ele acabou com a segurança da nossa cidade. Nem guardas
nos Postos de Saúde tem mais. Viram o sequestro da
funcionária? Acho que foi por isso que ele correu para
Pinheiros",
A.E. - Osasco
"Se fosse na minha terra ele não voltava mais para a cidade.
Teria de renunciar. Isso é rir da cara da gente. É chamar
todo mundo de palhaço",
P.A. - Osasco
"Só tinha estrela na festa do homem. Pobres de Osasco, só os
seguranças dele. Que vergonha prefeito! Que vergonha! ",
D.E - Osasco
"Prefeito de Osasco provou que abandonou a cidade ao
fazer
uma festa milionária em São Paulo. Na minha opinião, faltou
inteligência a um político que quer ser governador. Isso é o
que eu chamo de gafe das gafes",
D.E - Osasco
"Onde está a crise que o prefeito tanto fala? Acho que
a crise só chegou para os servidores que estão ganhando uma
miséria e ainda têm de ser capacho.",
J.J.- Osasco
"Quero ver se os vereadores ainda vão ter coragem de
elogiar o prefeito por fazer uma festa milionária fora da
cidade. Só falta aprovarem moção elogiando o homem. Vai ser
o fim da picada",
O.O.- Osasco
"Quem será que pagou todo aquele luxo?",
F.G.- Osasco
"Quem será o infeliz que deu essa idéia para ele?",
P.R.- Osasco
"Não dá para acreditar que a situação do jeito que
está em Osasco, o prefeito tenha coragem de fazer um coisa
desta. Isso é zombar dos funcionários públicos que estão em
estado de greve",
O.P.- Osasco
"Para fazer festa ele aparece. Para falar por que
morrem tantos bebês na maternidade municipal ninguém vê o
homem ", D.I.-
Osasco
"Tomara que ele seja mesmo o candidato do PT a
governador. Ele terá que renunciar ao cargo de prefeito. Ai
quem vai fazer festa é o povo! kkkkkkkkkkkk",
T.U.- Osasco
Tire a tartaruga de cima do poste!!!
Vamos ajudar ....
Enquanto suturava um ferimento na mão de um velho gari
(cortada por um
caco de vidro indevidamente jogado no lixo), o médico e o
paciente
começaram a conversar sobre o país, o governo e, fatalmente,
sobre o
Lula.
O velhinho disse:
- Bom, o senhor sabe, o Lula é como uma tartaruga em cima do
poste....
Sem saber o que o gari quis dizer, o médico perguntou o que
significava uma tartaruga num poste.
E o gari respondeu:
- É quan do o senhor vai indo por uma estradinha, vê um
poste e lá em
cima tem uma tartaruga tentando se equilibrar. Isso é uma
tartaruga
num poste.
Diante da cara de interrogação do médico, o velho
acrescentou:
- Você não entende como ela chegou lá;
- Você não acredita que ela esteja lá;
- Você sabe que ela não subiu lá sozinha;
- Você sabe que ela não deveria nem poderia estar lá;
- Você sabe que ela não vai fazer absolutamente nada
enquanto estiver lá;
- Você não entende porque a colocaram lá;
- Então tudo o que temos a fazer é ajudá-la a descer de lá,
e
providenciar para que nunca mais suba lá, pois lá em cima
definitivamente não é o seu lugar!
Repasse Urgente! Ajude a Tartaruga a descer do Poste!