O Brasil, com a representação que temos hoje no Governo, já
poderia ser uma aristocracia, uma ditadura do executivo e do
judiciário.
Já não bastam as farras, os altos salários reajustados ao
bel prazer, os privilégios, as abusivas verbas
indenizatórias, a improdutividade, as omissões nas questões
de educação, saúde e segurança, a conivência com as medidas
provisórias e atos imorais e eleitoreiros do executivo, a
aceitação das intervenções e questionamentos das leis
sancionadas promovidas pelas cortes supremas do judiciário,
a insegurança jurídica, a desordem pública e o descalabro na
gestão política deste país.
Como pode um poder representar o povo com enganações,
tramóias, prevaricações e abuso do dinheiro público? como
pode o Judiciário brasileiro continuar conivente com isto
tudo?
Parece que os poderes que governam o Brasil estão todos numa
rede de troca de favores e interesses, para que um não
fiscalize o outro.
Poderíamos transformar a imprensa em parlamento, pois é esta
que está mostrando os ilícitos e apontando os culpados.
Porém continuaremos dependendo da boa vontade, da
diligência, da moralidade e da independência do Judiciário
brasileiro, um poder comprometido, fraco, moroso, burocrata,
divergente, questionador, corporativista e desacreditado.
Entretanto, é o Parlamento que representa o povo num regime
democrático que queremos para o nosso país. É o Parlamento
que fiscaliza o Executivo e impõe regras para a segurança
jurídica e eficácia do Judiciário, necessárias para a
preservação da ordem pública, jurídica e judiciária em
qualquer país.
Já é hora de pedir a extinção do Senado, o corte do
orçamento legislativo e a redução do número de parlamentares
em todo o país. Não esquecer que a PEC dos vereadores está
para ser votada e que tanto o parlamento como o judiciário
querem aumentar seus estratosféricos salários, aumentando
ainda mais o sacrifício de recursos públicos.
Chega de omissão!!!
Enviado porCamilo com informações do
Blog Voto Zero
Projetos sem licitação foram
autorizados por funcionário demitido sob suspeita de desvio
Empresa está analisando contratos com produtoras que atuaram
em campanhas de Jaques Wagner (PT-BA) e de duas prefeitas
petistas
Duas produtoras de vídeo que trabalharam nas campanhas do
governador Jaques Wagner (PT-BA) e de duas prefeitas do PT
receberam R$ 4 milhões da Petrobras em 2008, sem licitação,
em projetos autorizados por Geovane de Morais, demitido por
justa causa por suspeitas de desvio de recursos nos
contratos sob sua responsabilidade.
Baiano de Paramirim, Morais é ligado ao grupo político
petista oriundo do movimento sindical de químicos e
petroleiros do Estado, do qual fazem parte Wagner e
Rosemberg Pinto, assessor especial do presidente da
Petrobras, José Sergio Gabrielli, também da Bahia.
Morais era o gerente de Comunicação da área de
Abastecimento. Sob sua administração estava um orçamento no
ano passado de R$ 31 milhões.
Sua demissão foi decidida em 3 de abril, após uma
sindicância interna ter constatado uma série de
irregularidades em sua gestão, incluindo “indícios de
pagamentos sem a devida entrega de serviços contratados”. Ou
seja, desvio de dinheiro.
Dada a gravidade do caso, a comunicação institucional da
Petrobras está analisando todos os contratos autorizados por
Morais, incluindo os repasses para as duas produtoras.
A Folha teve acesso a todos os contratos de 2008 da área
comandada por Morais. Entre os valores recebidos pelas duas
produtoras, está R$ 1,5 milhão para filmagem de festas de
São João e Carnaval na Bahia. Aqui
Outro lado
A Petrobras informou que desde dezembro apura indícios de
irregularidades nos contratos da gerência de Comunicação do
Abastecimento e que decidiu, em abril passado, pela demissão
por justa causa de Geovane de Morais.
“Foram encontrados indícios de pagamentos sem a devida
entrega dos serviços contratados”, diz.
Questionada pela Folha se havia sinais de favorecimento ao
PT nos contratos autorizados por Morais, a estatal disse que
não identificou sinais, até o momento, de beneficiamento a
nenhum partido. Aqui
Crescimento
O crescimento da Movimento Produções coincide com a ida de
Geovane de Morais para a Petrobras e com a eleição de Jaques
Wagner para o governo baiano.
Em 2003, Vagner Angelim e seu sócio José Carlos compraram a
Movimento por R$ 1.000. Em 2004, Morais assumiu a gerência
de comunicação de Abastecimento. Em julho de 2005, a
produtora abriu filial no Rio, e o capital social foi para
R$ 90 mil. Em 2007, após a eleição, registrou capital de R$
500 mil.
Segundo a assessoria de Wagner, a Movimento não trabalha
diretamente para o Estado, mas presta serviços para agências
que têm contratos com o governo.
Enviado porCamilo com informações de
Leonardo Souza e Hudson
Corrêa, na Folha:
A 2 anos do prazo para meta
oficial de erradicar problema, 14 milhões de brasileiros
ainda declaram não saber ler nem um
bilhete
Na região metropolitana de São Paulo, a mais rica do país,
índice de jovens e adultos analfabetos caiu só 0,67 ponto
percentual em 4 anos
Parelheiros, Campo Limpo e Capela do Socorro, bairros da
zona sul de São Paulo, concentram um tipo de personagem que
as políticas públicas têm dificuldade de alcançar na quinta
maior metrópole do planeta: jovens e adultos que não sabem
ler nem escrever um bilhete simples. Ao lado da maioria
absoluta dos analfabetos brasileiros com 15 anos ou mais,
eles estão fora das salas de aulas.
Segundo dados colhidos pelo IBGE (Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística) e analisados pelo Ministério da
Educação, mais de 90% dos analfabetos absolutos do país não
frequentam classes de alfabetização, apesar da crescente
oferta de vagas do principal programa federal, o Brasil
Alfabetizado.
No Estado de São Paulo, apenas 4,5% dos jovens e adultos
analfabetos frequentam cursos de alfabetização. No país, o
percentual é ainda menor: 3,9%.
"Mais de 90% estão fora das classes. É um problemão", diz
Jorge Teles, diretor de políticas de educação de jovens e
adultos do MEC. Segundo ele, muitos dos que frequentam as
aulas do Brasil Alfabetizado já não eram analfabetos. Além
disso, a evasão é muito alta. Com a falta de continuidade
nos estudos, 45% dos que já haviam frequentado classes de
alfabetização voltam a se declarar analfabetos.
As dificuldades no combate ao analfabetismo inviabilizam a
mais recente meta oficial, de erradicar o problema em 2011.
A dois anos do fim do prazo, mais de 14 milhões de
brasileiros, ou 10% da população acima de 15 anos, ainda
declaram não saber ler nem um bilhete com meia dúzia de
palavras.
Até mesmo vereador da base do governo criticou a
administração por permitir utilização de área onde
funciona a Escolinha do Futuro, para o comércio de carros,
patrocinado pelo banco Itaú
Veja a seguir reportagem sobre o caso, publicada pelo Diário da Região nesta
terça-feira:
Prefeitura
diz que “não sabe” quem
autorizou feirão no Seno
Transcorridas duas semanas desde que o vereador Antônio
Aparecido Toniolo (PRP) denunciou a realização do feirão de
venda de carros no campo do Seno (Sociedade Esportiva Novo
Osasco), a prefeitura respondeu agora, por meio da
assessoria de imprensa, que “não sabe quem concedeu
autorização para a realização do evento”.
Após grande insistência do Diário, a devolutiva da
administração foi que, se existe autorização, ela não partiu
nem da secretaria de Governo (responsável por esse tipo de
trâmite), nem da de Esportes.
O vereador criticou a utilização da área – onde funciona a
Escolinha do Futuro – para o comércio de carros, patrocinado
pelo banco Itaú. “Não podemos permitir que um terreno
público seja utilizado para fins comerciais. Onde estão os
alunos da Escolinha do Futuro nesse momento? Ficam em casa
enquanto acontece o feirão?”, questionou Toniolo ao fazer a
denúncia.
Mesmo sendo da base governista, Toniolo apresentou
requerimento para saber da prefeitura quem autorizou o
feirão. “Eu fico mais preocupado ainda, pois se a Secretaria
de Governo, que é o órgão competente, não autorizou, e a de
Esportes também não, quem foi que autorizou?”, ponderou.
Além do ‘desconhecimento’ quanto à origem do aval, também
não se sabe qual a contrapartida recebida pela administração
para a cessão do espaço.
BLOG COMENTA:
E enquanto isso, o prefeito Emidio de Souza segue fora da
cidade em busca de apoio para sua candidatura a governador
de São Paulo. Uma vergonha!
O fato é que este é o estilo de governar dos políticos "clientelistas".
Montam o curral eleitoral (Bolsa Família, Cestas Básicas e
outras quinquilharias...) e não dão bola para mais nada!
Que desplante, ninguém sabe na Administração quem autorizou!
Na qualidade de presidente do Sindicato dos Condomínios de
São Paulo e Região - Sinconedi, debatemos com o advogado dr.
Marcelo Manhães direitos e deveres
de moradores em condomínios.
Se você mora em condomínio vale a pena ficar por dentro:
O cara está na fila do caixa no supermercado quando uma
loira escultural lhe faz sinais com a mão e lhe lança um
sorriso daqueles. Ele deixa o carrinho das compras na fila,
dirige-se a ela e diz:
— Desculpe, será que não nos conhecemos?
Ela responde, sempre com aquele sorriso:
— Pode ser que eu esteja enganada, mas acho que o senhor é o
pai de uma das minhas crianças...
Ele puxa pela memória e pergunta a queima-roupa:
— Não me diga que você é aquela maluca que eu sai anos atrás
quando estava completamente bêbado?
— Bem, não... — responde ela, sem graça — Eu sou a nova
professora do seu filho!