Sexta, 15 de
maio de 2009
3 ANOS No ar
desde 8 de fevereiro de 2006
Destaques
Pensamento do Dia:
"Enquanto os sucessivos governos e governantes não investirem
em educação, dando à população conhecimento e discernimento para
avaliar as circunstâncias à sua volta, políticos como o deputado que
disse estar se lixando para a opinião pública - vão continuar
sendo reeleitos. " -
Do do leitor Joceir Ribeiro Ramos.
Caso você tenha alguma denúncia a fazer sobre corrupção em
Osasco e região,
entre em contato com este blog.
Deputado considera que a posição do ministro não leva em
conta os problemas gerados pelo consumo de drogas
O deputado federal, Francisco Rossi/PMDB (foto) criticou o
posicionamento do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc,
que discursou durante marcha pela legalização da maconha,
ocorrida em 11 de maio, na zona sul do Rio de Janeiro.
Na ocasião, o ministro foi muito aplaudido pelos militantes
quando afirmou que “usuário de maconha não pode ser tratado
como criminoso e que a proibição só gera mais violência,
pois os traficantes aterrorizam comunidades”.
Minc também disse que “a lei atual despenalizou, mas não
descriminalizou”, ainda é crime fumar maconha e eu acho que
nós deveríamos avançar”, concluiu.
Rossi considera que este tipo de posicionamento não leva em
conta os problemas gerados à sociedade pelo consumo de
drogas. “Como ministro, ele não poderia defender o uso da
maconha, porque ela é a porta de entrada para drogas mais
pesadas e legalizá-la não resolve o problema”, disse.
Rossi manifestou sua indignação com relação ao discurso do
ministro porque considera que, de fato, o usuário deve ser
tratado como vítima, entretanto, não concorda que a maconha
deve ser legalizada. “O usuário é vítima, mas não podemos
criar mecanismos que estimule o consumo”, defende.
O deputado questionou, ainda, durante o seu pronunciamento,
que é importante saber se a posição do ministro representa a
posição do governo sobre o assunto.
O deputado fez essa crítica, em discurso, na Câmara, em
Brasília, nesta na 4ª feira, 13 de maio.
O deputado Fernando Marroni (PT-RS), em discurso, colocou em
pauta mais uma vez a polêmica proposta de um terceiro
mandato do presidente Lula.
Apesar de ressaltar a posição contrária do PT e de afirmar
que a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, seria uma
"grande presidente", o gaúcho Marroni disse que a ideia de
mais um mandato para Lula surge entre a população e que ele
não poderia se furtar a esse debate.
- Temos muito orgulho de ela (Dilma) ser do partido e nossa
candidata. Mas, sinceramente, não posso me conformar (com o
fato de) que as leis brasileiras impeçam que tenha
continuidade a liderança desse homem", disse empolgado o
deputado.
Ex-prefeito de Pelotas (RS), Marroni disse que decidiu tocar
no assunto depois de participar das comemorações dos 50 anos
do Sindicatos dos Metalúrgicos do ABC e do congresso dos 30
anos da Federação dos Trabalhadores em Educação das
universidades públicas e de verificar que pessoas defendiam
a permanência de Lula.
Enviado porCamilo com informações de
Cristiane Jungblut/O Globo:
O governo tem plena consciência de que enfrentará uma
batalha duríssima e nos mesmos moldes da prorrogação da CPMF
- da qual saiu derrotado no fim de 2007 após meses de
negociação - para ver aprovada pelo Congresso Nacional a
tributação da caderneta de poupança a partir do ano que vem.
Por isso, já está no radar da equipe econômica uma saída
ainda mais paliativa do que a intricada equação montada pelo
Ministério da Fazenda para tributar o poupador: prorrogar
para 2010 a redução do Imposto de Renda (IR) para os fundos
de investimento, com uma queda de alíquota mais radical do
que a prevista para 2009.
Ao anunciar a tributação da poupança, o ministro da Fazenda,
Guido Mantega, disse que o governo deve editar até a próxima
reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco
Central (BC), nos dias 8 e 9 de junho, uma MP limitando a
alíquota do IR para fundos em 15% até o fim do ano. No caso
da renda fixa, ela pode chegar hoje a 22,5%. A renúncia
fiscal seria de R$ 2 bilhões em 12 meses.
- É grande a chance de chegarmos a dezembro, como ocorreu
com a CPMF, perder no Congresso e ter que editar às pressas
uma medida provisória (MP) para prorrogar o IR menor dos
fundos - admitiu uma fonte.
O alívio para os fundos de investimento seria uma forma de
reduzir a atratividade da poupança até que a cobrança do IR
para a caderneta passe a valer em 2010. Com a redução das
taxas de juros no país, a poupança - que tem rentabilidade
fixada em Taxa Referencial (TR) mais 0,5% ao mês - passou a
render mais que vários fundos. O governo tenta evitar uma
forte migração dos fundos para a caderneta, desequilibrando
o mercado.
Todas as notas fiscais de
despesas feitas com verba indenizatória e viagens terão de
ser disponibilizadas
A Lei de Acesso à Informação, enviada ao Congresso na
quarta-feira, deve abrir as caixas-pretas que ainda existem
na administração pública. Dentre as informações que
obrigatoriamente deverão estar disponíveis a todo cidadão,
se a lei for aprovada, estão as notas fiscais apresentadas
por deputados e senadores para justificar gastos com verba
indenizatória, suas passagens aéreas e os gastos detalhados
do Orçamento, hoje protegidos por senha no Sistema Integrado
de Administração Financeira do governo federal (Siafi).
O projeto acaba por derrubar a decisão da Câmara e do
Senado, anunciada após o escândalo envolvendo a prestação de
contas do deputado Edmar Moreira (sem partido-MG), de manter
fechados os gastos já feitos com a verba indenizatória - de
R$ 15 mil mensais - e as notas fiscais de cada operação.
Câmara e Senado passaram a liberar detalhes dos gastos e o
CNPJ dos fornecedores somente depois do escândalo,
"anistiando" as notas passadas. Pela proposta, todas as
despesas, novas e antigas, e as respectivas notas fiscais
devem ser abertas a qualquer cidadão. O mesmo valerá para as
passagens aéreas usadas pelos parlamentares.
Eles alegam que cidade está largada às moscas. Afirmam que
as ruas estão esburacadas e existe muito lixo, matagal e
entulho esparramados por todo lado
Vereadores
André Sacco, Jair Assaf e Bognar: duras críticas ao
Executivo
Os vereadores da bancada de oposição da Câmara de Osasco –
os tucanos André Sacco, Sebastião Bognar e Jair Assaf – têm
criticado ultimamente a situação dos serviços de manutenção
executados pela prefeitura, apontando a existência de
buracos, lixo, matagal e entulho espalhados pelo município.
O Diário ouviu os três vereadores sobre o assunto, na sessão
desta quinta-feira. Eles criticaram a má conservação da
cidade e falaram também da extinção das regionais.
O tom mais ácido foi o do vereador André Sacco. “Estamos
sentindo que a cidade está abandonada nos bairros
periféricos, nos arredores das Unidades Básicas de Saúde,
dos Pronto-Socorros, das escolas municipais. É lixo por toda
parte, buracos, pichações. Isso se deve a uma inoperância da
administração”, disparou o tucano.
Ele acredita que o antigo modelo das regionais não poderia
ter sido extinto pela prefeitura sem que houvesse um novo
sistema operacional. “A antiga regional funcionava de forma
pequena, mas estava junto ao povo. Os reclames do cidadão
estavam ali na porta da casa dele”, ressaltou.
Sacco também falou da pré-campanha de Emidio para governador
do Estado e voltou a sinalizar que o problema está na equipe
do prefeito. “A gente fica sempre feliz quando uma
autoridade da nossa cidade almeja cargos maiores. É um
direito dele. Porém, [o prefeito] tem que ter uma estrutura,
uma equipe coordenada que não deixe nenhum vácuo. Equipe que
de fato trabalhe, secretariado disposto a trabalhar”, disse.
Ele alegou que falta “um mando mais forte” por parte do
prefeito.
O tucano Assaf ponderou que a situação de ‘abandono’, na
avaliação dele, é uma prática rotineira do prefeito Emidio
todos os anos, entre outubro e abril. “Quando chega nesse
período, não tem manutenção na cidade, não tem conservação,
não tem limpeza e os buracos aparecem pra todos os cantos,
por causa das chuvas que são fortes”, disse.
O vereador
comparou ainda a questão
da manutenção da cidade com o cuidado que cada um deve ter
com sua casa, onde fica difícil fazer limpeza após deixar
acumular a louça e a sujeira por muitos dias.
Assaf explicou ainda que essa suposta prática de Emidio tem
como motivo, no seu entendimento, as dificuldades
financeiras que o município enfrenta no período. “É o que
faz o Emidio puxar o breque do freio-de-mão de vez em
quando, mas isso não pode acontecer”, afirmou. Para ele, é
possível fazer manutenção diária com uma programação
rigorosa nos recursos do Orçamento da cidade.
Já Bognar disse que a cidade passa hoje por muitas
dificuldades e falhas que precisam ser mais bem
administradas. “É só andar pela cidade que a gente vai ver o
quanto falta de manutenção. A cidade está cheia de entulho e
muito suja”, destacou.
O vereador acredita que essa postura
da administração municipal tem feito a cidade “andar pra
trás”. E ele também criticou a extinção das regionais sem
que antes tivessem sido criadas as subprefeituras.
Blog comenta
Vale dizer que esta matéria - republicada na intriga - é
manchete do Diário da Região deste sábado e ratifica todas
as denúncias que temos feito - quase que diariamente - aqui
neste blog.
Enviado porCamilo com informações do
Diário de Região