— Francamente, João — diz o primeiro. — Não entendo por que
você insiste em colocar cinto de castidade em sua mulher
cada vez que viaja. Me desculpe, mas com aquela cara e
aquele corpo, quem é que vai querer tua mulher?
— É que quando volto para casa, sempre dou a desculpa de que
perdi a chave!
Neste final de semana a
prefeitura de Osasco concluiu a obra de pavimentação da
calçada da Escolinha Municipal de Futebol do bairro de
Presidente Altino.
A limpeza e pavimentação só aconteceu depois de duas
denúncias feita por este blog
(veja post abaixo).
Numa primeira tentativa a prefeitura apenas limpou o local,
mas não pavimentou.
Voltamos à carga e alertamos que caso a calçada não fosse
pavimentada o local voltaria a virar lixão. E virou.
A prefeitura então resolveu pavimentar o local. Veja as
imagens registradas neste domingo pela reportagem do blog:
Veja a seguir o post com a
denúncia feita por este blog:
Calçada de centro
esportivo
da prefeitura de Osasco vira
lixão; jogadores dizem que
chutam ratos durante os jogos
-O local abriga uma das
mais frequentadas escolinhas de futebol e partidas do campeonato
de futebol amador da cidade
Pode parecer uma piada.
mas não é!
O fato é que exatamente num dos mais importantes centros
esportivos da prefeitura de Osasco, que fica a 10 metros da
maior loja virtual do Brasil - o Submarino - o Executivo da
cidade dá um péssimo exemplo.
A calçada do complexo se transformou em um enorme lixão onde
tudo está sendo jogado.
"É um absurdo. Se a gente deixa a calçada desse jeito, podemos
ser até multados. A prefeitura, que é responsável pela
escolinha, deveria, no mínimo, pavimentar a calçada para tentar
espantar as pessoas que jogam lixo no local. Como a calçada é um
lixo, o pessoal não respeita", diz um comerciante das
proximidades.
O blog fez estes flagrantes abaixo em pleno sábado, quando
acontecem as partidas de futebol amador. Veja se não é
revoltante:
A sujeira é tanta que jogadores afirmam que já tiveram que
chutar ratos ao invés da bola
Moradores chegaram a dizer que a própria prefeitura joga
entulho no local. O tubo de cimento prova a afirmação, dizem
A calçada, sem pavimentação, é um convite aos carroceiros,
pedreiros e empreiteiras
A prova
O mato tomou conta da calçada, subiu pela cerca e já invadiu
a escolinha, que está funcionando normalmente
O representante do Ministério Público junto ao Tribunal de
Contas da União (TCU), o procurador Marinus Marsico,
protocolou representação na última sexta-feira solicitando
ao tribunal que apure as irregularidades envolvendo mais de
500 atos administrativos que não foram publicados no Boletim
Administrativo do Senado, mas garantiram nomeações, criação
de cargos e pagamento de gratificações ao longo dos últimos
dez anos.
Marsico pede o cancelamento de "todos os seus efeitos
financeiros, exigindo-se a devolução dos recursos auferidos
pelos agentes públicos nomeados dessa maneira".
O Senado terá 15 dias para se pronunciar antes que o TCU
inicie a investigação, que poderá resultar no ressarcimento
de recursos pagos ilegalmente a servidores e na aplicação de
multas contra os responsáveis pelas irregularidades, que
variam de R$ 30 mil até 100% do prejuízo provocado aos
cofres públicos.
O governador José Serra, de Sao Paulo, foi no fim de semana
a uma festa de São João promovida em Pernambuco pelo senador
Sérgio Guerra, presidente nacional do PSDB. A repórter
Cecília Ramos, do Jornal do Comercio, arrancou-lhe uma
entrevista. Seguem os principais trechos:
Aliados têm se queixado que o senhor não viaja, fica em São
Paulo. Já a presidenciável do PT, a ministra Dilma Rousseff,
tem circulado.
Nunca ouvi (queixa). Nunca deixei de circular pelo país. A
cada dez dias tenho viagem fora de São Paulo. O Brasil é
grande e por isso não parece que viajo. Não dá para
estabelecer uma corrida. A Dilma está antecipando (a
eleição). Não farei isso, mas não quer dizer que não tenho
disposição para concorrer. Tenho disposição e vamos resolver
isso na hora certa.
Seu nome apareceu em primeiro lugar, na última pesquisa
CNI/Ibope de intenção de votos para presidente da República.
Isso o anima?
O que eu presto atenção em pesquisa é avaliação da população
sobre minha atuação como homem público. Tudo o que vejo é
que, depois do Lula, eu sou o mais bem avaliado nas
pesquisas. Eu acho isso ótimo, porque estou afastado do
cenário nacional desde 2002. Não tive nenhum cargo nacional,
nem estou presente na mídia nacional. Fico honrado. Acho que
isso se deve a minha atuação passada (ministro do
Planejamento e da Saúde no governo Fernando Henrique
Cardoso) e meu desempenho em São Paulo que acaba irradiando.
Quando eu vim aqui na campanha do ano passado, eu fui a uns
quatro municípios e, no discurso, eu perguntava: ‘quem tem
parente em São Paulo?’ A maioria levantou a mão. É um estado
que o pessoal está ligado. E eu tenho lá um enorme apoio
entre as pessoas que vieram daqui. Aquela música que eu
cantei hoje (Baião, de Luiz Gonzaga, que ele cantou em
Limoeiro), aprendi quando eu era criança. Porque sou da
Moca, um bairro operário, onde chegavam os imigrantes
nordestinos.
Alguns adversários o apontam como um político voltado
para o Sul e o Sudeste. Como encara a crítica?
Sempre trabalhei com projeto para o País. Eu sou um político
nacional. Nunca fui local. Comecei minha militância política
no plano nacional e comecei minha campanha a presidente da
UNE em Pernambuco. Fiquei exilado 14 anos e isso sempre me
induziu a ter uma visão agregada do Brasil. Quem me
acompanhou no Congresso e nos ministérios sabe que minhas
principais atividades foram por questões nacionais. Posso
até não demonstrar isto, mas, sem nenhum exagero, poucos
políticos nacionais fizeram tanto pelo Nordeste quanto eu.
Se tiver essa crítica de que não olho o Nordeste não vai
pegar.
O senhor é taxado como um político sisudo e que não fala
para as massas. Procede?
Quem me conhece de perto sabe que sou bem humorado e tenho
interesses que vão além de economia e política. Na vida,
você tem a sua personalidade própria e a social. A social é
feita pelos outros, você não tem como interferir. Eu não
estou falando de carisma, que é uma coisa mais complexa. Em
geral, quem tem carisma é quem ganha eleição. Perdeu, não
tem carisma. Em São Paulo ninguém diz que não tenho carisma.
Qual a avaliação que o senhor faz do governo Lula?
Vamos ter que fazer esse balanço mais para frente. Agora é
indiscutível que o Lula tem uma popularidade imensa. A minha
relação de governador com o presidente é boa, de cooperação.
Qualquer candidato apoiado por Lula é forte?
Sem duvida. Qualquer candidato do PT é forte. É o partido do
governo. A eleição do ano que vem será a mais disputada
desde que foi reestabelecida as eleições diretas. Fernando
Collor (primeiro presidente eleito por voto direto após o
Regime Militar, em 1989) foi aquele fenômeno atípico.
Fernando Henrique Cardoso ganhou e foi reeleito na esteira
do Plano Real. Em 2002, eu fui bem, afinal de contas tive
grande votação, mas estava claro que o país queria o Lula.
No ano que vem não há um candidato natural. Favorito até que
tem. Mas vai ser uma eleição mais disputada. E o Lula não
vai ser candidato no ano que vem. Aí é que nós vamos ver!
Até mesmo vereador da base do governo criticou a
administração por permitir utilização de área onde
funciona a Escolinha do Futuro, para o comércio de carros,
patrocinado pelo banco Itaú
Veja a seguir reportagem sobre o caso, publicada pelo Diário da Região nesta
terça-feira:
Prefeitura
diz que “não sabe” quem
autorizou feirão no Seno
Transcorridas duas semanas desde que o vereador Antônio
Aparecido Toniolo (PRP) denunciou a realização do feirão de
venda de carros no campo do Seno (Sociedade Esportiva Novo
Osasco), a prefeitura respondeu agora, por meio da
assessoria de imprensa, que “não sabe quem concedeu
autorização para a realização do evento”.
Após grande insistência do Diário, a devolutiva da
administração foi que, se existe autorização, ela não partiu
nem da secretaria de Governo (responsável por esse tipo de
trâmite), nem da de Esportes.
O vereador criticou a utilização da área – onde funciona a
Escolinha do Futuro – para o comércio de carros, patrocinado
pelo banco Itaú. “Não podemos permitir que um terreno
público seja utilizado para fins comerciais. Onde estão os
alunos da Escolinha do Futuro nesse momento? Ficam em casa
enquanto acontece o feirão?”, questionou Toniolo ao fazer a
denúncia.
Mesmo sendo da base governista, Toniolo apresentou
requerimento para saber da prefeitura quem autorizou o
feirão. “Eu fico mais preocupado ainda, pois se a Secretaria
de Governo, que é o órgão competente, não autorizou, e a de
Esportes também não, quem foi que autorizou?”, ponderou.
Além do ‘desconhecimento’ quanto à origem do aval, também
não se sabe qual a contrapartida recebida pela administração
para a cessão do espaço.
BLOG COMENTA:
E enquanto isso, o prefeito Emidio de Souza segue fora da
cidade em busca de apoio para sua candidatura a governador
de São Paulo. Uma vergonha!
O fato é que este é o estilo de governar dos políticos "clientelistas".
Montam o curral eleitoral (Bolsa Família, Cestas Básicas e
outras quinquilharias...) e não dão bola para mais nada!
Que desplante, ninguém sabe na Administração quem autorizou!
Na qualidade de presidente do Sindicato dos Condomínios de
São Paulo e Região - Sinconedi, debatemos com o advogado dr.
Marcelo Manhães direitos e deveres
de moradores em condomínios.
Se você mora em condomínio vale a pena ficar por dentro:
O sujeito vai cortar o cabelo e no meio do serviço comenta
com o barbeiro, todo excitado:
— Amanhã embarco para a Itália!
— Itália? Com tanto lugar para ir, você vai logo para a
Itália?
O sujeito desconsiderou o comentário e já tinha decidido
ficar calado quando o barbeiro perguntou:
— Vai pela Varig?
— Não, pela Alitalia!
— Porra, essa é a pior companhia de aviação do mundo! Vai
para qual cidade?
— Roma!
— Roma? Uma cidadezinha de mixuruca. É feia demais! Vai se
hospedar aonde?
— No Hilton!
— No Hilton? Aquilo é um pardieiro! O Hotel mais vagabundo
da Europa! Aposto que vai querer ver o Papa!
— Pretendo!
— Programa de índio! Milhares de pessoas se empurrando só
para ver um velhote que mal consegue parar em pé!
O sujeito pagou o corte e saiu, injuriado.
Um mês depois ele voltou.
— E aí, como foi a viagem? — perguntou o barbeiro.
— Foi ótima!
— Você viu o Papa?
— Você não sabe o que me aconteceu, rapaz! Eu estava
assistindo uma missa em frente ao Vaticano e de repente o
Papa desceu da sacada e começou a caminhar pelo meio da
multidão, em minha direção. Quando ele chegou bem pertinho
de mim, abaixou-se e cochichou no meu ouvido: "Puta
cabelinho mal cortado, hein rapaz!"