Palocci pode ser o nome caso Dilma não possa prosseguir
como candidata
Da China, o presidente Lula ordenou ontem a seus principais
auxiliares que ficaram no Brasil que impeçam o PT de abrir
qualquer discussão pública sobre a eventual substituição da
ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) como candidata ao
Planalto.
Lula também reforçou a determinação para minimizar o debate
congressual sobre um eventual terceiro mandato.
As recomendações do presidente foram transmitidas à cúpula
do PT depois de ele se informar com auxiliares sobre o
estado de saúde de Dilma, que se sentiu mal anteontem e teve
de ser medicada em São Paulo.
Lula quer evitar a discussão sobre um "Plano B", apesar de,
nos bastidores, petistas e aliados, especialmente do PMDB,
já terem começado a especular sobre nomes que poderiam
substituir Dilma como candidata. Resumindo: o jogo continua
com Dilma até Lula dizer o contrário. Na complicada hipótese
de troca, o presidente tiraria o nome do bolso do colete.
A internação de Dilma, que faz quimioterapia preventiva
contra câncer, despertou preocupação entre petistas e
aliados no momento em que uma pesquisa feita pelo PT teria
apontado uma intenção de voto na casa dos 20% para a
ministra.
Sob reserva, petistas e aliados dizem que será preciso
aguardar alguns meses para confirmar a candidatura da
ministra ou mudar os planos. Dizem que será necessário que,
até outubro ou novembro, ela mostre gozar de boa saúde para
viabilizar sua postulação. Do contrário, o candidato teria
de ser outro. O nome mais forte do PT para esse papel é do
ex-ministro Antonio Palocci Filho.
Amparada por um decreto presidencial de 1998 e por decisões
do STF (Supremo Tribunal Federal), a Petrobras fechou
contratos sem licitação de cerca de R$ 47 bilhões desde a
posse do presidente Luiz Lula, segundo levantamento feito
pela Folha em dados tornados públicos pela petroleira.
O valor refere-se à área de serviços prestados à companhia,
que compreende amplo leque de atividades, como construção,
aluguel e manutenção de prédios, vigilância, repasses a
prefeituras, gastos com advogados e patrocínios culturais,
entre outros.
Os valores contratados sem licitação corresponderam a 36,4%
do total de R$ 129 bilhões gastos pela petroleira em
serviços entre janeiro de 2003 e abril de 2009.
A prática antecede a atual administração. Somente entre 2001
e 2002, no mandato do presidente Fernando Henrique Cardoso
(PSDB-SP), a Petrobras contratou cerca de R$ 25 bilhões sem
licitações, em valores não atualizados.
Os números de 2001 e 2002, como apontou, em 2007, assessoria
da atual gestão da companhia, não são comparáveis com a
média dos anos Lula porque aquele período é marcado pelo "apagão"
sofrido no país, o que obrigou a companhia a fazer gastos
ainda maiores à margem da Lei de Licitações, como a compra
de termelétricas.
A principal medida adotada pela Petrobras para não aplicar a
Lei de Licitações (a 8.666/93) é considerar inexegível o
processo licitatório. Dessa forma foram fechados contratos
de aproximadamente R$ 22 bilhões desde janeiro de 2003.
Em outros contratos que somaram R$ 16 bilhões no mesmo
período, a Petrobras dispensou a licitação com base no
decreto lei 2.745/98, assinado pelo então presidente
Fernando Henrique Cardoso.
Desde 2005, a Petrobras repassou cerca de R$ 2,1 bilhões em
convênios para prefeituras, fundações, escolas e
organizações não governamentais, entre outros. Os convênios
são liberados, segundo a empresa, após uma comissão analisar
e aprovar os projetos apresentados pelos interessados.
Há anos o TCU (Tribunal de Contas da União) tem criticado o
índice, considerado alto, de serviços contratados pela
Petrobras à margem da lei 8.666.
Para Gilmaci Santos, deputado de Cotia, CPI paralela vai
ajudar a coibir o crescente número de casos no Estado de São
Paulo
O deputado estadual, Gilmaci Santos (PRB) assinou, ontem, o
requerimento que prevê a criação de uma Comissão Parlamentar
de Inquérito (CPI) para investigar casos de pedofilia no
Estado de São Paulo. O pedido foi apresentado pelo deputado
José Bruno (DEM) depois de ter recebido diversas denúncias
de casos de violência contra crianças e adolescentes em seu
gabinete.
“A Comissão é criada para discutir assuntos ligados à
coletividade e esse é um deles e tem se tornado cada vez
mais comum, principalmente nas grandes cidades. Uma CPI
paralela (já existe a do Senado) vai ajudar a coibir e punir
os aliciadores de menores”, disse Gilmaci.
No dia 11 de maio, o deputado enviou uma carta de apoio ao
senador Magno Malta, presidente da CPI da pedofilia no
Senado que tem obtido resultados positivos com punição aos
culpados. E é esse o objetivo da criação desta Comissão no
Estado de São Paulo.
Para ser instaurada a CPI precisa de, no mínimo, 1/3 dos
votos dos parlamentares da Casa. Se estiverem funcionando
cinco CPIs ao mesmo tempo, a decisão sobre a criação da
sexta deve ser tomada por meio do voto da maioria.
A Comissão deve realizar seus trabalhos no prazo de 120
dias, prorrogáveis por mais 60 dias mediante aprovação da
maioria absoluta de seus membros, e publicar o relatório
final no Diário Oficial.
Na região
No começo do mês de março, o senador Magno Malta (PR) esteve
em Osasco, onde participou de audiência pública na Câmara
Municipal. O evento foi solicitado pela vereadora Ana Paula
Rossi (PMDB).
Durante a audiência os vereadores ‘cobraram’ do Estado que o
Hospital Regional de Osasco ofereça atendimento às crianças
vítimas de pedofilia e também às mulheres vítimas de
violência sexual. A proposta ganhou adesão dos colegas e foi
aprovada por unanimidade.
A Câmara Municipal de Cotia promoveu na semana passada,
debate sobre a pedofilia em âmbito municipal. O debate que
foi proposto pelo vereador Toninho Kalunga (PT) contou com a
participação da vereadora de Osasco, Ana Paula Rossi (PMDB),
líderes da comunidade e de boa parte dos vereadores.
Enviado porCamilo com informações do
Diário da Região
A vereadora também criticou outra atitude do Executivo que
estaria prejudicando idosos e deficientes, que perderam os
passes gratuitos por causa das exigências decretadas pelo
prefeito
Nesta última quinta-feira a vereadora Ana Paula Rossi (foto)
voltou a ser aplaudida durante seu discurso na tribuna da
Casa quando criticou duramente a aprovação do veto do
prefeito ao Bilhete Único em Osasco.
“Fica prejudicada a população. É um absurdo que se vete
um benefício como este. Não posso me calar diante desta
situação. Meus colegas precisam analisar que vão aprovar só
para não ficar registrado que o prefeito perdeu na Câmara. E
tem mais, esta história de que há uma semana foi criada uma
comissão para estudar o caso não me convence”, reclamou
indignada a vereadora Ana Paula, que também lembrou que
outra atitude do Executivo estaria prejudicando idosos e
deficientes que perderam os passes gratuitos dentro da
cidade por causa das exigências absurdas implantadas pelo
prefeito Emidio de Souza.
Ordem do dia
A aprovação do veto também recebeu fortes críticas do bloco
de independentes e oposicionistas.
O vereador dr. André Sacco, que havia passado por uma
cirurgia odontológica e assistia em sua casa à sessão ao
vivo pela internet, mesmo convalescendo se dirigiu até a
Câmara e fez questão de ocupar a tribuna e criticar a
posição do prefeito.
Proposta antiga
A proposta para implantar o bilhete é antiga: foi elaborada
em 2006 (Projeto de Lei nº 113) pelo ex-vereador Antonio
Aguimarães de Caldas (PT). Já o veto total ao projeto
ocorreu no ano passado. A prefeitura justificou que não
havia viabilidade técnica e financeira para implantar o
bilhete único na época.
Autor critica veto
Conforme declarações ao Diário da Região, o ex-vereador
Aguimarães - que também é do partido do prefeito -, autor do
projeto e atual secretário de Administração de Carapicuíba,
criticou a manutenção do veto pela Câmara.
Ele disse que entende os fatores de ordem administrativa que
levaram à decisão, mas destacou que, independente disso, “a
cidade tem condições objetivas para implantar o bilhete
hoje”.
“Lamento a decisão porque o projeto era tecnicamente
correto. A cidade precisa e merece o bilhete”, afirmou. O
ex-vereador ainda apontou como injusto o valor da tarifa
cobrada atualmente, em relação aos espaços percorridos.
“Espero que a prefeitura apresente um novo projeto rápido e
crie o bilhete”.
O gaúcho entrou no
trem, correu para a janela e gritou para o casal que o
acompanhara:
— Tchau, paulista! Adorei o fim de semana! Obrigado pela
hospedagem! A tua mulher é ótima de cama, muito boa mesmo!
Intrigado, o passageiro ao lado não conteve a curiosidade.
— Desculpe. Não me leve a mal, mas o senhor disse mesmo pro
cara ali que a mulher dele era... Boa de cama?
E o gaúcho confessou baixinho:
— Sabe como é... Ela até que é bem ruizinha, mas eu não quis
ofender o paulista!
Parabéns para o amigo virtual e real Ricardo Ratão - mais
conhecido como o Le Grand Roldine da internet - que hoje acessa mais
uma página no site da vida.
Felicidades, paz e saúde, sempre!!
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