Terça, 23 de
junho de 2009
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Destaques
Pensamento do Dia:
"Em recente discurso, o Presidente do Senado, José Sarney,
afirmou que a crise que atravessamos é problema da Casa inteira, e
pediu que todos respeitassem sua biografia. O Presidente disse duas
verdades, mas incompletas. É certo que o problema é do Senado, da
democracia, do Brasil inteiro. Mas a culpa é acima de tudo do
Presidente da Casa e sua Mesa Diretora. "
De Cristovam Buarque -
senador (PDT-DF)
Caso você tenha alguma denúncia a fazer sobre corrupção em
Osasco e região,
entre em contato com este blog.
— No último censo realizado pelo IBGE, ficou comprovado que
a média da estatura brasileira é de 1,71 m e somente um a
cada dez mil brasileiros mede acima de 1,90 m.
Aí um revoltado comenta:
— E é justamente este infeliz que senta na minha frente toda
vez que eu vou ao cinema!
Segundo ele, a
candidatura foi cogitada por gente que
ele respeita e admira, por isso não repudia a possibilidade
O deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) disse nesta
segunda-feira, 22, em Fortaleza, que sua candidatura ao
governo paulista permanece sendo uma "especulação", mas
continua não descartando a ideia. "É claro que, na política,
98% das especulações dão em nada. Mas em nome dos 2% que dão
em alguma coisa, nesse momento, eu tenho que ter calma,
tranquilidade, e observar", comentou.
De acordo com Ciro, a candidatura dele a governador de São
Paulo foi cogitada por duas fontes distintas. "Uma está
interessada exclusivamente em me afastar do caminho da
disputa para a Presidência da República, e eu acho isso uma
falta de respeito com o povo de São Paulo. Mas a outra é de
pessoas que eu quero bem, respeito e admiro e que estão me
pedindo para examinar o assunto. E é em nome delas que eu
não repudio essa possibilidade", disse.
Sobre o interesse da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma
Rousseff, de tê-lo ao lado dela como vice numa eventual
candidatura em 2010, Ciro agradeceu chamando de "menção
extremamente honrosa" a declaração dada por ela em visita
feita semana passada ao Ceará. "Mas eu reafirmo a minha
disposição de disputar a Presidência da República", frisou.
Ciro concedeu entrevista após proferir palestra sobre gestão
das contas públicas para industriais, hoje, dentro ciclo de
debates que marca os 90 anos de fundação do Centro
Industrial Cearense (CIC).
O senador Arthur Virgílio (PSDB-AM) diz que os senadores
estão sendo chantageados pelo ex-diretor do Senado, Agaciel
Maia, que deteria informações que poderiam constranger
parlamentares, ainda que não tenham feito nada de ilegal ou
grave. Ele cita entre os que Agaciel tenta "calar" os
senadores Pedro Simon (PMDB-RS), Cristovam Buarque (PDT-DF)
e Eduardo Suplicy (PT-SP).
Virgílio disse que vai denunciar as chantagens hoje no
plenário do Senado. "Ele [Agaciel Maia] está inconformado
porque sabe que acoelhou [tornou dóceis] o Simon, o Suplicy,
o Cristovam Buarque. Está faltando ele calar o cara que
eclodiu o processo contra ele. Fui eu que eclodi quando
disse porque não votava no Sarney [para a presidência do
Senado] porque não vai tirar o Agaciel Maia do cargo e não
vai mudar os costumes políticos da casa. Ele [Agaciel] sabe
que essa confusão se deu por causa de mim."
Virgílio explica por que os senadores foram supostamente "acoelhados":
"O Cristovam, deve ter sido besteira mesmo. No caso do
Cristovam foi uma bobagem [a mulher do senador teria sido
nomeada para um cargo no Parlamento]. Caberia a ele pedir
desculpas. Do Simon deve ser menos que isso. Deve ser alguma
viagem que ele fez com a esposa, uma besteira que era
completamente legal. Infelizmente a imprensa criminalizou
isso. O Suplicy, foi o caso da Mônica Dallari [a jornalista,
namorada de Suplicy, viajou para o exterior com passagens
pagas pelo Senado]."
De acordo com Virgílio, é por isso que "quando a gente fala
do assunto [Agaciel Maia], eles fogem do plenário".
Virgílio diz que, em seu caso, Agaciel o ajudou a
desbloquear um cartão de crédito no Banco do Brasil quando
estava no exterior e ficou "preso" num hotel em Paris, em
2003, por problemas no cartão. Enquanto isso não se
resolvia, um funcionário do Senado depositou dinheiro na
conta de Virgílio. Ele diz que os recursos foram devolvidos
logo depois.
Outro lado
Suplicy negou que tenha sido intimidado por Agaciel. A
reportagem não localizou Simon e Cristovam para comentar a
declaração de Virgílio.
Suplicy afirmou que nunca comentou sobre nenhum tipo de
perseguição com o tucano. O petista disse que vai cobrar uma
explicação de Virgílio sobre as declarações. "Não sofri nem
nunca relatei nenhum tipo de pressão do senhor Agaciel Maia.
Nunca tive nenhuma relação próxima com ele", disse.
O petista disse ainda que a teoria não se justifica uma vez
que ele tem "atuado" contra a edição dos atos secretos.
"Tomei uma série de medidas contra a edição dos atos
secretos, cobrei a nulidade desses atos, pedi e cobrei
providências do presidente Sarney [José Sarney, presidente
do Senado]", afirmou.
O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) defendeu nesta
segunda-feira que o presidente do Senado, José Sarney
(PMDB-AP), se licencie por dois meses. Na opinião do
senador, Sarney não está conseguindo tomar medidas para a
reestruturação da Casa.
- O presidente Sarney dará uma contribuição maior
participando dos debates do que presidindo a mesa. Aprendi
muito com ele aí embaixo. Eu creio que (ele) não está tendo
a percepção da crise ou, pelo costume dele com o Congresso
antigo, não está conseguindo nos conduzir, nos liderar na
reestruturação do papel do Legislativo - disse Cristovam.
- Presidente Sarney, hoje não é um orgulho ser senador; hoje
não merece confiança na hora de fazer uma palestra quem é
tratado com o título de senador. Isso é um desastre para a
democracia.
Nos anos 80, por muito pouco aconteciam as numerosas
manifestações de rua
Um milhão de pessoas pediram eleições diretas em São
Paulo
Em 1984, o Movimento Diretas Já levou às ruas, só em São
Paulo, mais de um milhão de pessoas para pedir eleições
presidenciais.
No início dos anos 90, milhares de estudantes tomaram
avenidas e praças de várias capitais exigindo o impeachment
do presidente Fernando Collor.
Apesar de a indignação estar presente no país desde a
absolvição do senador Renan Calheiros (PMDB-AL), resta a
pergunta: onde estão as manifestações de descontentamento?
A possibilidade de o país cair na apatia divide os
especialistas. A cientista política Lucia Hippolito entende
que a indignação está na rua, mas de outra forma.
Ela argumenta que as grandes passeatas de protesto, tão em
voga no passado, estão fora da agenda porque o governo Lula
conta com a simpatia das centrais sindicais e dos
estudantes.
- As grandes
manifestações do passado não ocorrem mais porque a União
Nacional dos Estudantes (UNE) e as centrais foram
aparelhadas pelo governo federal - diz Lúcia Hippolito.
As volumosas mobilizações, com bandeiras, faixas e gritos de
ordem, correm o risco de ficar só na memória afetiva dos
militantes de outros tempos. Mas é precipitado dizer que a
rua não é mais lugar de protesto.
A ética deixou de ser um diferencial entre os partidos. Essa
é aposta do professor de pós-graduação em Ciência Política
da UFRGS André Marenco para explicar a desilusão coletiva.
Segundo ele, o PT conseguiu ascensão no cenário político
tendo a ética como diferencial - o que se desfez com o
escândalo do mensalão.
O professor da UFRGS atribui à internet a alteração do
perfil do militante dos anos 2000. A popularização da rede
mundial fortaleceu a idéia do manifestante individual, em
detrimento das mobilizações coletivas. Se o resultado é o
mesmo, Marenco não arrisca responder.
A troca das bandeiras pelo teclado do computador está
plenamente confirmada no episódio de Calheiros. O site do
Senado ficou fora do ar por horas no dia seguinte à
absolvição, torpedeado pelos e-mails indignados que partiram
de todo o Brasil.
Apesar da avalanche de cobranças pela internet, ainda assim
os brasileiros seriam mais condescendentes aos desvios
éticos que os povos europeus. Professor de Filosofia da
Unisinos, Carlos Cirne Lima diz que o país está em um
estágio de subdesenvolvimento no que diz respeito à ética.
- É como uma criança na primeira fase da infância. Ela só
faz o que é certo se houver um adulto por perto. A maior
parte do povo brasileiro está nesse estágio, não traz a
ética dentro de si, só faz o bem se estiver sob observação -
compara.
Enviado porCamilo com informações do
Blog
Voto Zero
Na qualidade de presidente do Sindicato dos Condomínios de
São Paulo e Região - Sinconedi, debatemos com o advogado dr.
Marcelo Manhães direitos e deveres
de moradores em condomínios.
Se você mora em condomínio vale a pena ficar por dentro:
Você sabe por que muitas pessoas costumam cortar o número 7
pela metade ao escrevê-lo?
Estava toda a multidão reunida aos pés do Monte Sinai para
ouvir os 10 mandamentos proclamados por Moisés,
quando, ao chegar no 7º mandamento, ele disse em alto e bom
som:
— Não cobiçarás a mulher do próximo!
E a multidão enlouquecida, instantaneamente gritou em coro: