Sexta, 26 de
junho de 2009
3 ANOS No ar
desde 8 de fevereiro de 2006
Destaques
Pensamento do Dia:
"Não fazer da banca, balcão, ou da ciência, mercancia. Não ser
baixo com os grandes, nem arrogante com os miseráveis. Servir aos
opulentos com altivez e aos indigentes com caridade. Amar a pátria,
estremecer o próximo, guardar a fé em Deus, na verdade e no bem.""
Pensamento do bom advogado
Caso você tenha alguma denúncia a fazer sobre corrupção em
Osasco e região,
entre em contato com este blog.
O diretor da Penitenciária reúne os presos no pátio e diz,
com ajuda de um megafone:
— Atenção! Quero todo mundo varrendo e limpando as suas
celas, porque amanhã o presidente vem aí!
Ao que um dos presos comenta com um amigo:
— Custou, mas botaram esse danado no xadrez!
-Sindicalistas alegam que o shopping foi inaugurado às
pressas e está oferecendo risco de morte aos trabalhadores e
usuários
-A maioria dos oradores criticaram, principalmente, a
prefeitura, que teria permitido a inauguração de uma "obra
inacabada"
Nesta quinta-feira, por volta das 11 horas da manhã, debaixo
de chuva, dezenas de sindicalistas realizaram manifesto
diante da portaria principal do Shopping União, inaugurado
no último dia 9, ainda inacabado.
Os representantes dos sindicatos que falaram durante o
ato culparam os proprietários do shopping e a prefeitura,
que para eles não deveria ter aprovado o funcionamento do
empreendimento que é considerado o maior shopping da América
Latina.
Em um panfleto que foi distribuído aos frequentadores com o
título "SHOPPING SIM, PERIGO NÃO!" diversos problemas foram
enumerados como: andaimes na área de circulação, fiação
desprotegida, falta de corrimãos nas escadas, pisos sem
tratamento anti-derrapante, poeira de cimento no interior do
shopping e outros.
Para os sindicalistas o shopping tem de ser interditado para
ser terminado pois do jeito que está oferece risco
de morte aos funcionários e frequentadores.
Segundo o presidente de honra do Conseg, Osvaldo Gregório,
que também fez uso da palavra, a Polícia Militar e Civil não
foram oficializadas da inauguração do shopping e isso teria
gerado grande problema no entorno. "Segundo a 3a Cia., o
índice de assaltos e roubos na área em frente ao shopping
aumentou em 40%", disse.
Após o término das falas que durou cerca de uma hora, os
sindicalistas afirmaram que irão realizar na próxima
terça-feira uma reunião para avaliar o movimento que pede a
interdição do shopping até o seu término total.
Participaram do ato representantes do Sindicato dos
Trabalhadores em Limpeza Ambiental, Sindicato dos
Comerciários de Osasco, Sindicato dos Trabalhadores de Bares
e Similares, Sindicato dos Vigilantes de Osasco, Sindicato
dos Trabalhadores em Concessionárias, Sindicato dos
Trabalhadores na Construção Civil e representantes do Conseg
do centro de Osasco.
Veja
mais imagens:
Mulher com criança fica com medo de passar debaixo de
andaime com homens trabalhando
Caixa de fiação está descoberta durante chuva
Obras na entrada do shopping ainda inacabadas
Manifestantes distribuíram panfleto que alerta sobre as
condições do shopping
Fiação desprotegida oferecendo risco de incêndio
Entrada principal do shopping assusta os frequentadores
A rodovia Castelo Branco pode receber nova denominação, caso
a Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo aprove
projeto em tramitação de autoria do deputado estadual Milton
Flávio (PSDB).
O parlamentar pede a mudança de nome de todas as rodovias,
prédios, repartições públicas e outras propriedades do
Estado que prestam homenagem aos generais da ditadura
militar ou a pessoas que tenham participado direta ou
indiretamente dos atos de tortura e de violação dos direitos
humanos praticados após o Golpe de 1964 e até o final do
regime, em 1985.
O foco do projeto são os logradouros públicos (ruas, praças,
viadutos, avenidas, rodovias etc) com nomes dos
participantes da ditadura, como ocorre com a rodovia Castelo
Branco, que homenageia o general e ex-presidente do regime.
O deputado disse que se sente constrangido ao passar pela
rodovia, bem como pelo elevado Costa e Silva (conhecido como
“Minhocão”), que rende homenagem a outro general-presidente.
“Isso é incompatível, hoje, porque se fala para um jovem que
você viveu em um período de ditadura e que as pessoas estão
sendo indenizadas porque sofreram torturas e morreram, mas
eles vêem logradouros públicos com nomes de militares, além
de nomes de escolas, praças e viadutos. Isso é
inconseqüente”, pondera o deputado.
Milton Flávio foi perseguido durante a ditadura militar e
acredita que a manutenção das homenagens, além de ser
desserviço para a educação, conscientização e cidadania dos
jovens, é também motivo de questionamento sobre a existência
da ditadura de fato por aqueles que acreditam que não houve
torturas e mortes nesse período.
“Dizem que o povo não tem memória e que acaba não
valorizando ou respeitando pessoas que fizeram muito pela
nossa nação. Por outro lado, cultuam pessoas que não
deveriam mais ser cultuadas, por conta das más ações que
praticaram contra o povo brasileiro”, ressalta Flávio.
José Serra
O projeto do deputado altera a lei nº 1.284, de 18 de abril
de 1977, que permite que logradouros públicos recebam o nome
de pessoas que tenham prestado serviços de relevância para a
cidadania. De acordo com o parlamentar, foi através dessa
lei que os militares puderam ser homenageados.
“Quase todas as homenagens aos ditadores de plantão foram
feitas durante a ditadura. Os critérios que foram utilizados
para que as pessoas entendessem ou julgassem que eles
mereciam essa homenagem levavam em conta o momento em que se
vivia na época, de regime militar”, aponta.
Se o projeto for aprovado, novas nomeações ficam proibidas e
os atuais logradouros e repartições públicas deverão ser
renomeadas pelo Poder Executivo. Assim, se os deputados
forem favoráveis ao texto do deputado tucano (e a maioria na
Casa é governista), caberá ao governador José Serra executar
as renomeações.
Milton Flávio pediu que o projeto tramite em regime de
urgência e disse que conta com o apoio de diversos partidos.
A cidade de Cotia é a segunda, na região Oeste, a registrar casos
suspeitos da gripe A H1N1, popularmente conhecida como gripe
suína. Depois de Osasco, onde um empresário chegou a ser
encaminhado ao Hospital Emilio Ribas, após viagem ao México,
logo no início da epidemia, agora é a vez de duas moradoras
da cidade estarem em observação.
Mãe e filha, elas também são professora e aluna do colégio
Madre Iva e passaram o feriado de Corpus Chirsti na
Argentina. Na última semana, passaram a apresentar sintomas
da doença.
Mesmo sem a confirmação, o colégio optou por antecipar as
férias em 7 dias e suspendeu as aulas desde quarta-feira.
Também por registrar casos suspeitos da doença, a mesma
medida foi adotada, no início da semana, pelo colégio Pueri
Domus, na zona Sul da Capital, e, em seguida, por outras 7
escolas da Capital e uma turma da UNESP, no Interior, com
suspensão de aulas para cerca de 8 mil estudantes.
De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil registrava 399
infectados pela nova gripe até esta quarta-feira (24). Os
principais locais de provável infecção no exterior foram a
Argentina (119 casos), os Estados Unidos (57) e o Chile
(11).
Vigilância
A Prefeitura de Cotia divulgou ontem um comunicado sobre o
caso, afirmando que não existem casos confirmados de gripe
suína na cidade.
Sobre as suspeitas, a administração municipal informou que
as duas mulheres estão sendo monitoradas em casa. O
monitoramento acompanha a evolução dos sintomas e a
temperatura corporal, e é feito pessoalmente uma vez por dia
e por contato telefônico, várias vezes ao longo do dia.
A prefeitura informou ainda que não há motivo para pânico.
-O
grupo, autodenominado independente, apresentou na
sessão desta terça-feira o documento
que será entregue ao prefeito Emidio de Souza
-São mais
de 21 mil assinaturas de moradores de apenas 3 bairros da
cidade
André Sacco mostra
o abaixo-assinado
Na sessão ordinária desta terça-feira o
grupo autodenominado independente, formado pelos vereadores
Sebastião Bognar, Jair Assaf, André Sacco, Ana Paula Rossi e
Josias da JUCO, apresentou documento com mais de 20 mil
assinaturas que será encaminhado ao prefeito Emidio.
Segundo o vereador André Sacco, que falou pelo grupo, a
situação nos bairros onde aconteceu a redução no horário
de atendimento dos postos é de muita revolta. "Os moradores
estão revoltados como nunca estiveram em relação ao
atendimento. Estão se sentindo discriminados e abandonados
pelo poder público. Estão com medo de muitas pessoas
morrerem por falta de um atendimento de urgência durante a
noite", afirmou Sacco.
O vereador alertou que o documento refere-se apenas aos
bairros do Airosa, Cidade das Flores e Jardim das Flores, que
tiveram seus postos de atendimento modificados. "Eles eram PPAs, que atendiam 24 horas, foram transformados e hoje
fecham no final da tarde. Os moradores querem que as
unidades continuem atendendo também durante a noite, como
era até o mês passado" , explicou.
A vereadora Ana Paula Rossi disse que esta "reforma"
realizada pelo prefeito Emidio está levando a Saúde da
cidade para UTI.
Mais de 6 horas de críticas
Vale dizer que nesta terça a Câmara de Osasco também
realizou sessão extraordinária para votar diversos projetos
enviados pelo Executivo. A sessão começou às 19 horas e
terminou quase às 2 horas da manhã.
Sabendo que todos os projetos seriam aprovados, visto que a
base do governo conta com 16 vereadores, a oposição fez
questão de ocupar o tempo regimental de discussão de uma hora
por vereador para criticar duramente o Executivo.
Foram mais de 6 horas de fortes debates. O mais acalorado
antecedeu a votação de um projeto em que a Prefeitura trocou
um terreno público de mais de 200 metros quadrados, no nobre
bairro do Remédios, por uma máquina escavadeira.
"Isso é um absurdo sem tamanho. Este governo transformou a
prefeitura em balcão de negócios. Há pouco tempo trocou uma
área nobre do povo de Osasco por 250 computadores velhos.
Agora troca uma área não menos nobre por um equipamento já
usado, que não deve durar mais de 2 anos. Isso é queimar os
bens públicos. Parece piada, mas é uma dura realidade",
disse André Sacco.
Na qualidade de presidente do Sindicato dos Condomínios de
São Paulo e Região - Sinconedi, debatemos com o advogado dr.
Marcelo Manhães direitos e deveres
de moradores em condomínios.
Se você mora em condomínio vale a pena ficar por dentro: