Domingo, 28 de
junho de 2009
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desde 8 de fevereiro de 2006
Destaques
Pensamento do Dia:
"AS FARRAS COM DINHEIRO PÚBLICO SÃO INCONTÁVEIS. PARECE NÃO TER
FIM. APESAR DA IMORALIDADE, DA OCULTAÇÃO E DOS PRIVILÉGIOS
CONCEDIDOS PELOS ATOS SECRETOS, A IMPUNIDADE CONTINUA VELADA PELO
CORPORATIVISMO DOS SENADORES E PELA INÉRCIA DO POVO BRASILEIRO."
De BENGOCHEA no Voto Zero
Caso você tenha alguma denúncia a fazer sobre corrupção em
Osasco e região,
entre em contato com este blog.
A nova fonte de dor de cabeça para o Senado é o reembolso
dos gastos telefônicos dos senadores a partir de suas linhas
residenciais. Nos últimos 30 meses, os cofres públicos
pagaram R$ 208 mil para ressarcir chamadas feitas de dentro
das casas dos parlamentares em Brasília. E Senador diz que a
Casa vai seguir pagando chamadas feitas nas residências dos
colegas
Conforme o 1º secretário, Heráclito Fortes (DEM-PI), não há
nada de irregular na prática de pagar as contas telefônicas
residenciais dos senadores. Heráclito assinala ainda que a
Casa não modificará a atual sistemática de reembolso e que a
cota telefônica não pode ser revista porque os senadores
precisam dos telefones em suas residências para trabalhar.
Reportagem do jornal Correio Braziliense afirma que o Senado
reembolsou 21 parlamentares das despesas com os telefones
residenciais. O levantamento tem como base ordens bancárias
emitidas pela Casa nos últimos 30 meses em benefício dos
parlamentares.
O Senado financia até R$ 500 mensais para cada parlamentar
com os gastos telefônicos. Aqueles que ultrapassam o valor
de reembolso devem tirar o excedente do bolso para bancar as
contas das operadoras telefônicas.
Em maio, a média de gastos de cada senador que declarou
despesas telefônicas foi de R$ 1.337, entre telefones fixos
e celulares.
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP) só conta com o
apoio de menos da metade (45%) dos colegas para permanecer
no cargo, segundo enquete realizada pela Folha de S.Paulo,
realizada com 69 dos 80 parlamentares da Casa. A enquete faz
parte de reportagem publicada na edição da Folha deste
domingo.
O senador pelo Amapá está no centro do mais recente
escândalo político do Congresso Nacional. Há suspeitas de
favorecimento do neto, que operava empréstimos consignados
para servidores do Senado, além dos outros parentes que
teriam sido empregados na Casa. Ontem, reportagem da Folha
já apontou que a teia de nomeações políticas nos gabinetes
do grupo liderado pelo senador Sarney mostra pelo menos nove
novos casos de aparelhamento envolvendo o clã.
A pressão sobre o Sarney parte não somente de opositores,
como os parlamentares do PSOL, que preparam uma campanha
contra ele. Colegas de Casa e de partido do senador, como
Pedro Simon (PMDB-RS), já defenderam sua saída do cargo.
"Não significará auto-culpa nem aceitar que é responsável.
Será um ato de grandeza, um ato importante de quem para
fazer isso por tranquilidade", disse o parlamentar, na
tribuna do Senado.
Enviado porCamilo co m informações da
Folha de São Paulo
O secretário de Estado da Justiça, Luiz Antônio Marrey,
afirmou ontem que a experiência com a Lei Cidade Limpa
servirá de parâmetro na batalha judicial para a lei antifumo.
Segundo ele, que no início das discussões sobre a legislação
da poluição visual atuava como secretário de Negócios
Jurídicos do governo municipal, foi enfrentada a mesma
resistência para colocar as normas do outdoor em prática.
Por isso, Marrey afirma estar convencido de que sairá
vitorioso do embate para fazer valer a legislação que
restringe o consumo do cigarro.
Ontem também o prefeito Gilberto Kassab afirmou que não
poupará esforços para ajudar a lei estadual. Ele cogita, até
mesmo, fazer uma lei municipal tão restritiva ao uso do
cigarro quanto a proposta pelo governador José Serra para
que não haja conflito jurídico. "Se os nossos juristas
entenderem que é necessário, faremos sem problemas."
Tanto o governador quanto Marrey culparam os produtores de
tabaco pelas ações. "Quem está por trás dessa batalha é a
indústria do cigarro", acusou Serra. "O governo já interpôs
um recurso (pedido de suspensão da licença) e está
aguardando apreciação", disse Marrey. A Abresi rebateu que a
declaração é leviana e que está defendendo interesses de
seus associados apenas.
Enviado porCamilo com informações de
Fernanda Aranda
-Sindicalistas alegam que o shopping foi inaugurado às
pressas e está oferecendo risco de morte aos trabalhadores e
usuários
-A maioria dos oradores criticaram, principalmente, a
prefeitura, que teria permitido a inauguração de uma "obra
inacabada"
Nesta quinta-feira, por volta das 11 horas da manhã, debaixo
de chuva, dezenas de sindicalistas realizaram manifesto
diante da portaria principal do Shopping União, inaugurado
no último dia 9, ainda inacabado.
Os representantes dos sindicatos que falaram durante o
ato culparam os proprietários do shopping e a prefeitura,
que para eles não deveria ter aprovado o funcionamento do
empreendimento que é considerado o maior shopping da América
Latina.
Em um panfleto que foi distribuído aos frequentadores com o
título "SHOPPING SIM, PERIGO NÃO!" diversos problemas foram
enumerados como: andaimes na área de circulação, fiação
desprotegida, falta de corrimãos nas escadas, pisos sem
tratamento anti-derrapante, poeira de cimento no interior do
shopping e outros.
Para os sindicalistas o shopping tem de ser interditado para
ser terminado pois do jeito que está oferece risco
de morte aos funcionários e frequentadores.
Segundo o presidente de honra do Conseg, Osvaldo Gregório,
que também fez uso da palavra, a Polícia Militar e Civil não
foram oficializadas da inauguração do shopping e isso teria
gerado grande problema no entorno. "Segundo a 3a Cia., o
índice de assaltos e roubos na área em frente ao shopping
aumentou em 40%", disse.
Após o término das falas que durou cerca de uma hora, os
sindicalistas afirmaram que irão realizar na próxima
terça-feira uma reunião para avaliar o movimento que pede a
interdição do shopping até o seu término total.
Participaram do ato representantes do Sindicato dos
Trabalhadores em Limpeza Ambiental, Sindicato dos
Comerciários de Osasco, Sindicato dos Trabalhadores de Bares
e Similares, Sindicato dos Vigilantes de Osasco, Sindicato
dos Trabalhadores em Concessionárias, Sindicato dos
Trabalhadores na Construção Civil e representantes do Conseg
do centro de Osasco.
Veja
mais imagens:
Mulher com criança fica com medo de passar debaixo de
andaime com homens trabalhando
Caixa de fiação está descoberta durante chuva
Obras na entrada do shopping ainda inacabadas
Manifestantes distribuíram panfleto que alerta sobre as
condições do shopping
Fiação desprotegida oferecendo risco de incêndio
Entrada principal do shopping assusta os frequentadores
Na qualidade de presidente do Sindicato dos Condomínios de
São Paulo e Região - Sinconedi, debatemos com o advogado dr.
Marcelo Manhães direitos e deveres
de moradores em condomínios.
Se você mora em condomínio vale a pena ficar por dentro: