Sexta-feira, 29 de
maio de 2009
3 ANOS No ar
desde 8 de fevereiro de 2006
Destaques
Pensamento do Dia:
"Rockeffeller já dizia: "O melhor negócio do mundo é uma empresa
petrolífera bem administrada e o segundo melhor negócio do mundo é
uma empresa petrolífera mal administrada. A Petrobras é o segundo
melhor negócio do mundo" Camilo
Caso você tenha alguma denúncia a fazer sobre corrupção em
Osasco e região,
entre em contato com este blog.
O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) tem
uma foto pendurada em frente ao seu gabinete com o ministro
Tarso Genro (Justiça) marchando junto a militares. Sobre
ela, está escrita a frase: "Lambe-botas ou borra-botas".
Imagem mostra Genro ao lado de militares. Segundo o
ministro, durante sua gestão na prefeitura de Porto Alegre
Dentro do gabinete, o deputado não foi encontrado na
quinta-feira (28) pela manhã. No seu lugar, a reportagem
achou assessores que apóiam o regime militar e tratavam da
tortura como motivo de piada.
Do Rio de Janeiro, por telefone, Bolsonaro explicou a
provocação a Tarso. "O ministro só vai atrás dos
militares quando interessa", disse ele, o único
congressista a defender abertamente a ditadura militar
[1964-1985].
Ele diz que Genro foi salvo por militares quando fugiu para
o Uruguai durante o período e precisou de favores deles.
O deputado não sabe precisar de quando era a foto ou quem
acompanhava Genro nelas, mas diz que ela comprova sua
opinião - de que o ministro "chupa botas" e correria atrás
dos militares, inclusive durante a ditadura, quando era
necessário.
Ao contrário do expositor, Genro lembrou a época em que ela
foi tirada.
Sobre a foto, Tarso afirmou, por meio de sua assessoria de
imprensa, que ela é de uma solenidade oficial durante sua
primeira gestão a frente da Prefeitura de Porto Alegre,
entre 1993 e 1997, e não teria nenhuma relação com o regime
militar.
Apesar de o atual ministro ter sido um militante do MDB e do
PRC (Partido Revolucionário Comunista), contrários à
ditadura, Bolsonaro cita como exemplo do que chama de
"traição" de Genro a condenação do coronel Ulstra. Entre
1970 e 1974, o coronel foi chefe do DOI-Codi, principal
órgão de repressão da ditadura militar. Depois do fim dele,
Ulstra foi mantido no governo enquanto Sarney estava na
Presidência.
Ulstra tornou-se o primeiro militar condenado por tortura no
Brasil em 2008, quase 30 anos após ele ter assumido o
DOI-Codi. Genro, defensor da punição aos torturadores do
período, estava à frente do Ministério da Justiça e teve
papel decisivo no processo.
Para Bolsonaro, o homem responsável pelo departamento que
torturou mais de 500 pessoas nunca deveria ter sido
condenado. "Eu acho que ele deveria ser candidato a deputado
federal. O povo gosta da gente, há muito tempo pede que nós
voltemos ao poder", falou. "E agora muitos marginais daquela
época, sequestradores e terroristas, são ministros."
Bolsonaro explica a não volta ao poder porque o presidente
Lula seria mantido por votos "burros e fáceis".
Ao contrário dos funcionários do seu gabinete, Bolsonaro não
chegou a fazer piada quando o assunto foi tortura. Sua
conclusão sobre ela é: "Tortura existe desde quando o homem
é homem. Hoje em dia tem tortura em delegacia, por que não
se culpa o Lula por isso?", disse o deputado, filiado ao PP,
partido cuja origem é a Arena, o partido de sustentação da
ditadura militar.
Veja um dos muitos vídeos que
estão na internet onde o deputado, frente a frente, destrata
duramente o ministro Tarso Genro:
Deputados do DEM e do PSDB retiraram as assinaturas na noite
desta quinta-feira da PEC (proposta de emenda
constitucional) do terceiro mandato e suspenderam a
tramitação da proposta na Câmara.
Ao todo foram 13 parlamentares da oposição que recuaram:
cinco tucanos e oito democratas.
Das 194 assinaturas recolhidas pelo deputado Jackson Barreto
(PMDB-SE), autor da PEC, apenas 183 foram reconhecidas como
válidas pela Secretaria Geral da Câmara. Como os cinco
tucanos e os oito do DEM retiraram as assinaturas, a
proposta tem agora o apoio de 170 parlamentares -um a menos
que o número mínimo necessário para poder tramitar na Casa.
Os primeiros a recuarem foram os deputados tucanos.
Pressionados pelo comando do partido, os deputados
Rogério Marinho (PSDB-RN), Antonio Feijão (PSDB-AP), Carlos
Aberto Leréia (PSDB- GO), Eduardo Barbosa (PSDB-MG) e Silvio
Torres (PSDB-SP) pediram a retirada de seus nomes à
Secretaria Geral da Mesa Diretora da Câmara.
Depois foram sete parlamentares do DEM: Francisco Rodrigues
(DEM-RR), Jorge Khoury (DEM-BA), José Carlos Vieira (DEM-SC),
José Maia Filho (DEM-PI), Walter Ihoshi (DEM-SP), Clóvis
Fecury (DEM MA) e Fernando de Fabinho (DEM-BA). Por
último, o deputado Félix Mendonça (DEM-BA), o que
motivou a suspensão da tramitação da PEC.
Proposta
Barreto protocolou nesta quinta-feira, na Mesa Diretora da
Câmara, a PEC que permite duas reeleições continuadas
para prefeitos, governadores e presidente da República. O
deputado conseguiu o apoio de 194 deputados à matéria
que, se aprovada, autoriza o presidente Lula a
concorrer à uma nova eleição e, se eleito, ficar no cargo
até 2014.
Para valer a tempo de ampliar o mandato de Lula, a PEC
precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado até
setembro. Depois de conferidas as assinaturas, a PEC tem que
ser admitida pela CCJ (Comissão de Constituição e
Justiça) e segue para discussão em uma comissão especial a
ser criada na Câmara. Só depois disso é que segue para
votação nos plenários da Câmara e do Senado, o que pode não
ocorrer a tempo de valer para as eleições de 2010.
Apesar de Lula ter se mostrado contra um eventual terceiro
mandato, o deputado disse que a iniciativa partiu da própria
Câmara. "Estamos discutindo uma tese. Independente da
vontade do presidente Lula, a proposta tramita. É uma
tese que o parlamento precisa analisar", afirmou Barreto.
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), admitiu na
manhã desta quinta-feira que recebia auxílio-moradia, apesar
de ter residência própria em Brasília, e pediu desculpas por
ter informado equivocadamente que não recebia benefício.
Sarney afirmou desconhecer que recebia o e nunca tê-lo
solicitado. De acordo com a assessoria de Sarney, a Casa não
proíbe receber auxílio-moradia quando o senador tem imóvel
próprio.
"Peço desculpas pela informação errada que dei. Eu
nunca pedi auxílio-moradia e, por um equívoco, a partir de
2008, segundo me informaram, realmente estavam depositando
na minha conta auxílio-moradia. Mas eu já mandei dizer que
retirassem, porque eu nunca requeri isso e tinha a impressão
de que não estava recebendo esse auxilio. Portanto, dei uma
informação errada e peço desculpas" - disse Sarney,
ao chegar ao Congresso.
Reportagem do jornal "Folha de S.Paulo" mostrou que, além
dele, três outros senadores - João Pedro (PT-AM), Cícero
Lucena (PSDB-PB) e Gilberto Gollner (DEM-MT) -, que moram em
apartamentos funcionais, recebem o auxílio, equivalente a
R$3.800,00. O salário de um senador é de R$ 16.512,09. Nesta
quinta, após a denúncia, a Mesa Diretora do Senado
determinou que senadores que receberam o benefício
irregularmente devolverão parceladamente, a partir do
próximo mês, o dinheiro extra.
-Esta é apenas uma das mais de
200 mensagens recebidas pelo blog neste final de semana.
-Foi uma verdadeira enxurrada de e-mails criticando a atitude
do prefeito Emidio de Souza que resolveu fazer sua festa de
aniversário - para estrelas do PT - em bairro chique
de São Paulo
Vejam a seguir algumas das opiniões recebidas:
"É um absurdo. Será que ele está com vergonha da
imundície que está a cidade? Pois se está assim a culpa é
dele mesmo",
M. E. - Osasco
"Estive lá e vi. Fazer uma festa daquelas e dizer que
a cidade está em crise é gozar com a cara dos osasquenses.",
E.P. - Osasco
"Ele deve ter feito a festa fora pois deve estar com
vergonha do lixo espalhado pelas calçadas até da avenida dos
Autonomistas.",
D.U. - Osasco
"Acho que ele fez a festa em São Paulo depois de ver
que ele acabou com a segurança da nossa cidade. Nem guardas
nos Postos de Saúde tem mais. Viram o sequestro da
funcionária? Acho que foi por isso que ele correu para
Pinheiros",
A.E. - Osasco
"Se fosse na minha terra ele não voltava mais para a cidade.
Teria de renunciar. Isso é rir da cara da gente. É chamar
todo mundo de palhaço",
P.A. - Osasco
"Só tinha estrela na festa do homem. Pobres de Osasco, só os
seguranças dele. Que vergonha prefeito! Que vergonha! ",
D.E - Osasco
"Prefeito de Osasco provou que abandonou a cidade ao
fazer
uma festa milionária em São Paulo. Na minha opinião, faltou
inteligência a um político que quer ser governador. Isso é o
que eu chamo de gafe das gafes",
D.E - Osasco
"Onde está a crise que o prefeito tanto fala? Acho que
a crise só chegou para os servidores que estão ganhando uma
miséria e ainda têm de ser capacho.",
J.J.- Osasco
"Quero ver se os vereadores ainda vão ter coragem de
elogiar o prefeito por fazer uma festa milionária fora da
cidade. Só falta aprovarem moção elogiando o homem. Vai ser
o fim da picada",
O.O.- Osasco
"Quem será que pagou todo aquele luxo?",
F.G.- Osasco
"Quem será o infeliz que deu essa idéia para ele?",
P.R.- Osasco
"Não dá para acreditar que a situação do jeito que
está em Osasco, o prefeito tenha coragem de fazer um coisa
desta. Isso é zombar dos funcionários públicos que estão em
estado de greve",
O.P.- Osasco
"Para fazer festa ele aparece. Para falar por que
morrem tantos bebês na maternidade municipal ninguém vê o
homem ", D.I.-
Osasco
"Tomara que ele seja mesmo o candidato do PT a
governador. Ele terá que renunciar ao cargo de prefeito. Ai
quem vai fazer festa é o povo! kkkkkkkkkkkk",
T.U.- Osasco