Terça, 30 de
junho de 2009
3 ANOS No ar
desde 8 de fevereiro de 2006
Destaques
Pensamento do Dia:
"AS FARRAS COM DINHEIRO PÚBLICO SÃO INCONTÁVEIS. PARECE NÃO TER
FIM. APESAR DA IMORALIDADE, DA OCULTAÇÃO E DOS PRIVILÉGIOS
CONCEDIDOS PELOS ATOS SECRETOS, A IMPUNIDADE CONTINUA VELADA PELO
CORPORATIVISMO DOS SENADORES E PELA INÉRCIA DO POVO BRASILEIRO."
De BENGOCHEA no Voto Zero
Caso você tenha alguma denúncia a fazer sobre corrupção em
Osasco e região,
entre em contato com este blog.
Na praça de Itapevi, preço vai para R$ 11,20. Novas tarifas,
com reajuste anual, entram em vigor amanhã
Entram em vigor, no dia 1º de julho, as novas tarifas de
pedágio nas rodovias paulistas concedidas à iniciativa
privada. Nas rodovias que cortam a região Oeste, o valor na
praça de Itapevi, na Castelo Branco, sobe de R$10,80 para
R$11,20. Já nas marginais, o preço vai dos atuais R$6,30
para R$6,50. Ainda na região, o pedágio do Rodoanel passa de
R$1,20 para R$1,30.
As tarifas ainda não foram confirmadas pela Artesp (Agência
Reguladora do Estado de São Paulo), mas foram divulgadas
pelo jornal Folha de São Paulo.
As tarifas de pedágio sofrem reajustes anuais e têm dois
índices de correção. Nas estradas concedidas no final dos
anos 90, ela é baseada no IGP-M (índice de inflação da
Fundação Getulio Vargas) dos últimos 12 meses, que ficou em
3,64%. Nas rodovias recém repassadas à iniciativa privada,
como é o caso do Rodoanel, a base de reajuste é a variação
do IPCA (índice do IBGE usado como referência de metas de
governo), que totalizou 5,19%.
Mas, na rodovia Castelo Branco, os valores devem mudar a
partir do final deste ano, prazo de conclusão para o chamado
Projeto Cebolão. A cargo da concessionária Viaoeste, ele
prevê uma série de obras para reduzir os congestionamentos
no trecho da estrada entre a Capital e Itapevi. Dentre elas
estão a reformulação do próprio Cebolão, com novas pontes e
a mudança em todo o viário do trevo de Itapevi, incluindo
acessos para Jandira e Aldeia da Serra.
Para custear os trabalhos, a empresa vai mudar todo o
sistema de pedagiamento nesse trecho. O pedágio das
marginais deixam de existir, mas a cobrança será estendida a
todas as pistas da Castelo, com tarifa estimada em R$2,50.
Já o pedágio de Itapevi passa a ser bidirecional e a
estimativa é que seu valor caia pela metade.
Arthur Virgílio quer a saída do colega do comando do Senado.
Pedido foi feito após série de denúncias contra Sarney
Decidido a pressionar o presidente do Senado, José Sarney
(PMDB-AP), a deixar o comando da Casa, o líder do PSDB,
Arthur Virgílio (foto), apresentou nesta segunda-feira (29)
ao Conselho de Ética uma representação por quebra de decoro
contra o colega.
"Esse pedido é pessoal e é o que posso fazer. Mas espero que
este pedido vire a representação do PSDB. Vou pedir isso na
reunião da bancada amanhã [terça-feira]", afirmou Virgílio.
A medida apresentada por Virgílio pede que seja investigada
a possível responsabilidade de Sarney nos casos que envolvem
a nomeação de seus parentes por meio de atos secretos e a
participação do neto dele, José Adriano Cordeiro Sarney, na
intermediação de empréstimos com desconto na folha de
pagamento dos servidores do Senado.
"Torna-se imprescindível a investigação por este Conselho de
Ética, pela prática de facilitação na operação dos
empréstimos consignados junto aos servidores, por parte do
senhor José Sarney, tendo em vista a privilegiada situação
de seu neto nas autorizações junto ao Senado Federal", diz
Virgílio no documento. Ele pede ainda que Sarney "seja
ouvido o denunciado, no prazo de cinco dias úteis, contados
da intimação".
Conforme o regimento do Senado, os integrantes do Conselho
de Ética devem decidir se acatam ou não o pedido de
investigação. Se o projeto começar a tramitar, Sarney poderá
ser afastado do comando da Casa.
O Conselho de Ética está sem se reunir desde março. Com a
representação apresentada por Virgílio, o próprio Sarney
deve encaminhar ofício aos líderes partidários pedindo a
indicação dos integrantes do colegiado. Faltam quatro
indicações do PMDB, que precisam ser feitas pelo líder do
partido, Renan Calheiros (AL). O PSDB já indicou dois
representantes, mas eles ainda precisam apresentar
documentos para que sejam autorizados a tomar posse.
Virgílio pediu que o conselho investigue as nomeações de 14
parentes ou supostos apadrinhados de Sarney. O líder tucano
ainda solicitou que fosse apurado suposto ato ilegal no
episódio em que o presidente do Senado emprestou seu imóvel
funcional ao ex-senador e seu aliado Bello Parga (ex-PFL,
atual DEM).
A denúncia de que Sarney recebeu auxílio moradia de R$ 3,8
mil mesmo tendo casa própria em Brasília e tendo direito à
residência oficial da presidência do Senado também foi
lembrada pelo tucano. Assim como o fato de Sarney ter
deslocado quatro servidores da segurança do Senado para
fazer a guarda de sua residência no Maranhão.
Virgílio afirma ainda no documento que Sarney encabeça os
atos que criaram pelo menos 70% dos cargos de direção do
Senado, em referência ao escândalo das diretorias que
revelou a existência de 181 cargos de chefia na Casa, em
março deste ano.
A exemplo de Virgílio, também o PSOL promete apresentar
representação semelhante na quarta ou quinta-feira.
Veja algumas afirmações:
- O Senado é vítima de um rosário de corrupção e de
desmandos.
- Agaciel Maia [ex-diretor-geral do Senado] é covarde,
canalha e pústula.
- Tem senador que acobertou esse corrupto [Agaciel] e deve
ter usufruído da corrupção promovida por ele.
Investigação total
Arthur Virgílio (AM) também pediu nesta segunda uma
"investigação dura" sobre todos os senadores que ocuparam os
cargos de 1º secretário e de presidente do Senado no período
de 14 anos em que Agaciel Maia foi diretor-geral da
instituição.
- Quero também a demissão de Agaciel Maia e João Carlos
Zoghbi (ex-diretor de Recursos Humanos) - afirmou Arthur
Virgílio, defendendo ainda o afastamento do senador José
Sarney (PMDB-AP) da presidência do Senado.
Pagamentos do Senado com
planos de saúde de parlamentares, servidores e dependentes
aumentaram 122% entre 2004 e 2008. Dado chamou a atenção da
Primeira Secretaria, que promete auditar os valores
Depois da auditoria nos contratos com as empresas
terceirizadas, o primeiro-secretário do Senado, Heráclito
Fortes (DEM-PI), tem outra conta milionária em vista: as
despesas médico-odontológicas da Casa. Entre janeiro de 2004
e dezembro de 2008, os gastos da instituição com a saúde de
senadores, funcionários e dependentes subiram 122% — de R$
29,1 milhões para R$ 64,8 milhões. A variação foi quatro
vezes maior do que a inflação registrada no mesmo período,
de 26%.
Medindo as palavras para não atravessar um assunto de
competência da Presidência, comandada por José Sarney
(PMDB-AP), Heráclito confirmou a intenção de auditar a área.
“Esses valores chamaram mesmo a atenção. Vamos ter que dar
uma olhada, sim”, disse ao Correio. Segundo os dados
extraídos do Portal da Transparência do Senado, o desembolso
total foi de R$ 222 milhões entre 2004 e 2008.
O plano de saúde da Casa tem lugar para todos. Além de
parlamentares, funcionários e dependentes, ex-senadores e
agregados têm direito a realizar consultas, exames e
cirurgias com dinheiro público (leia mais ao lado). O
atendimento se expandiu a tal ponto que existem hoje duas
secretarias distintas para administrá-lo, SIS (servidores) e
SAMS (senadores). O Senado reembolsa despesas médicas e
adquire material e equipamentos hospitalares, farmacêuticos
e odontológicos.
Questionada sobre a evolução das despesas médicas, a
assessoria de Sarney informou que ele determinou um
contingenciamento desses gastos, limitando-os a R$ 25
milhões. Será uma tarefa difícil. A meta é inferior ao que
foi gasto em 2004 (R$ 29,1 milhões). De lá para cá, a lista
de beneficiados só aumentou. “Temos que revisar”, disse
Heráclito, sem ter ainda uma ideia de quais ajustes poderiam
se realizados no benefício para torná-lo mais econômico.
Os 81 senadores da ativa, 310 ex-senadores e seus
pensionistas usufruem do sistema de saúde mantido pela Casa.
Seis meses no exercício do mandato é o suficiente para fazer
jus ao benefício. Os congressistas não desembolsam sequer um
centavo para ter todas as despesas de saúde pagas. No caso
dos parlamentares da ativa e familiares, inclusive, não há
limite de gastos.
Além dos congressistas, há 18 mil servidores efetivos e
comissionados, entre ativos e inativos, beneficiários do
plano de saúde. Os funcionários em atividade e os inativos
têm descontados, em média, R$ 260 por mês. O custo de cada
servidor ao ano é de cerca de R$ 3 mil.
-Sindicalistas alegam que o shopping foi inaugurado às
pressas e está oferecendo risco de morte aos trabalhadores e
usuários
-A maioria dos oradores criticaram, principalmente, a
prefeitura, que teria permitido a inauguração de uma "obra
inacabada"
Nesta quinta-feira, por volta das 11 horas da manhã, debaixo
de chuva, dezenas de sindicalistas realizaram manifesto
diante da portaria principal do Shopping União, inaugurado
no último dia 9, ainda inacabado.
Os representantes dos sindicatos que falaram durante o
ato culparam os proprietários do shopping e a prefeitura,
que para eles não deveria ter aprovado o funcionamento do
empreendimento que é considerado o maior shopping da América
Latina.
Em um panfleto que foi distribuído aos frequentadores com o
título "SHOPPING SIM, PERIGO NÃO!" diversos problemas foram
enumerados como: andaimes na área de circulação, fiação
desprotegida, falta de corrimãos nas escadas, pisos sem
tratamento anti-derrapante, poeira de cimento no interior do
shopping e outros.
Para os sindicalistas o shopping tem de ser interditado para
ser terminado pois do jeito que está oferece risco
de morte aos funcionários e frequentadores.
Segundo o presidente de honra do Conseg, Osvaldo Gregório,
que também fez uso da palavra, a Polícia Militar e Civil não
foram oficializadas da inauguração do shopping e isso teria
gerado grande problema no entorno. "Segundo a 3a Cia., o
índice de assaltos e roubos na área em frente ao shopping
aumentou em 40%", disse.
Após o término das falas que durou cerca de uma hora, os
sindicalistas afirmaram que irão realizar na próxima
terça-feira uma reunião para avaliar o movimento que pede a
interdição do shopping até o seu término total.
Participaram do ato representantes do Sindicato dos
Trabalhadores em Limpeza Ambiental, Sindicato dos
Comerciários de Osasco, Sindicato dos Trabalhadores de Bares
e Similares, Sindicato dos Vigilantes de Osasco, Sindicato
dos Trabalhadores em Concessionárias, Sindicato dos
Trabalhadores na Construção Civil e representantes do Conseg
do centro de Osasco.
Veja
mais imagens:
Mulher com criança fica com medo de passar debaixo de
andaime com homens trabalhando
Caixa de fiação está descoberta durante chuva
Obras na entrada do shopping ainda inacabadas
Manifestantes distribuíram panfleto que alerta sobre as
condições do shopping
Fiação desprotegida oferecendo risco de incêndio
Entrada principal do shopping assusta os frequentadores
Na qualidade de presidente do Sindicato dos Condomínios de
São Paulo e Região - Sinconedi, debatemos com o advogado dr.
Marcelo Manhães direitos e deveres
de moradores em condomínios.
Se você mora em condomínio vale a pena ficar por dentro:
Um grupo de amigos está jogando xadrez, disputando um
pequeno campeonato e um bêbado fica ao lado, da mesa só
assistindo. As horas vão se passando. Uma, duas, três,
quatro, cinco... E o bêbado continua lá. Até que um dos
amigos resolve ver se ele quer jogar:
– Ei, amigo! Você está aí olhando a gente jogar há horas.
Vem jogar também!
– O quê? – disse o bêbado, revoltado. – Xadrez? Eu não tenho
paciência pra esse negócio não!